Sunday, 25 February 2007

Links a Visitar - Agenda 21





Brasil


Vitae Civilis - Instituto para o Desenvolvimento, Meio Ambiente e Paz


Forúm Brasileiro

O Instituto Terrazul foi fundado em 1999 como uma organização sócio-ambiental.

Instituto Brasil PNUMA (Comitê Brasileiro do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente)


Noticia - Ferreira do Alentejo elabora Agenda 21 Local


A Agenda 21 Local de Ferreira do Alentejo deverá estar concluída em finais de 2008. Um documento para definir estratégias tendo em vista o desenvolvimento do concelho.

Câmara Municipal de Ferreira do Alentejo e o Centro de Estudos e Desenvolvimento do Instituto Politécnico de Beja assinaram um protocolo de colaboração tendo em vista a elaboração da Agenda 21 Local.
Delinear e planear o desenvolvimento do concelho de Ferreira do Alentejo nas áreas económica, social e ambiental é aquilo que se pretende com a elaboração deste documento.
De acordo com as declarações Aníbal Costa, presidente da Câmara Municipal da vila do regadio, a Agenda 21 Local de Ferreira do Alentejo deverá estar concluída em finais de 2008.
Aníbal Costa destacou ainda a importância que tem a participação das entidades e da população na elaboração do documento, um trabalho que se quer conjunto para definir as prioridades locais.



consultado 25\fev\07

Noticia- 2007 – Ano Europeu da Igualdade de Oportunidades


Inscrita no propósito de consolidar na União Europeia (UE) um Modelo Social que articule crescimento do emprego das mulheres, taxa de natalidade elevada e coesão social, a consagração de 2007 ao "Ano Europeu da Igualdade de Oportunidades para Todos" pretende sensibilizar a população europeia para os benefícios de uma sociedade mais justa.

Com a finalidade de combater atitudes e comportamentos discriminatórios, bem como de informar os cidadãos sobre os seus direitos e obrigações, as campanhas do "2007 – Ano Europeu da Igualdade de Oportunidades para Todos" desenrolar-se-ão em todos os Estados membros da UE e envolvem um investimento significativo de cerca de 25 milhões de euros (sendo que 15 milhões serão suportados pela UE e 10 milhões pelos Estados membros). A Alemanha encontra-se já a conceber um "Mapa de Igualdade" que visa, acima de tudo, reforçar a implementação de medidas de conciliação familiar/laboral tanto para homens como para mulheres e realçar o potencial humano e económico das pessoas com mais de 55 anos no mercado laboral europeu. Mas muito embora se trate de uma acção conjunta contra a discriminação, paralelamente cada Estado-membro deve promover iniciativas próprias no seu país.

Ora, em Portugal o Governo já adoptou algumas medidas nesta área: em 2006, criou – através da Resolução do Conselho de Ministros nº 88/2006, de 18 de Julho – a Estrutura de Missão do Ano Europeu da Igualdade de Oportunidades para Todos; já em 2007, anunciou o "Plano Nacional de Acção para a Igualdade de Oportunidades" e, na sequência da campanha "Todos Diferentes, Todos Iguais", decidiu criar o "Programa Todos Diferentes, Todos Iguais" – gerido pelo Instituto Português da Juventude – cujo objectivo é apoiar iniciativas que contribuam para a desmistificação de preconceitos, o fortalecimento do respeito pela diferença e o entendimento de que a diversidade pode ser um factor qualitativo de maior participação social. As áreas de intervenção previstas neste Programa contemplam, entre outros, debates, colóquios e conferências, acções de formação para a cidadania e direitos humanos e campanhas de informação.

Podendo vir a ter uma importância crucial na "mudança de mentalidades", o "Plano Nacional de Acção para a Igualdade de Oportunidades" – a par do "Plano Nacional de Acção para a Inclusão 2006-2008" – deverá promover a execução de novos meios de acção contra a discriminação e de boas práticas para a Igualdade de Oportunidades, devendo, em minha opinião, assentar em eixos que contemplem a inserção profissional e o acesso ao emprego; o acesso à formação e à aprendizagem ao longo da vida; a progressão nas carreiras; e a conciliação entre trabalho e maternidade.

Este é um Plano de que Portugal bem precisa. A verdade é que no nosso país o tema da igualdade de oportunidades entre homens e mulheres tem sido, ano após ano, secundarizado. Por exemplo, a obrigação de apresentação do "Relatório Anual sobre o Progresso da Igualdade de Oportunidades entre Mulheres e Homens no Trabalho, Emprego e na Formação Profissional" – prevista na lei desde 2001 – tem sido (estranhamente) ignorada pelos diversos Governos. É certo que, em comparação com os dados de outros países da UE, as mulheres portuguesas registam uma elevada taxa de actividade e de emprego, mas também é certo que as condições de trabalho e de vida a que estão quotidianamente sujeitas ficam muito aquém das dos restantes países europeus. Em particular, a dificuldade no equilíbrio entre a vida profissional e a vida privada coloca ainda problemas de exclusão e/ou de diminuição da taxa de natalidade. É, pois, necessário intensificar os esforços que visam, através de meios eficazes e inovadores, ajudar homens e mulheres a conciliar o seu trabalho e as suas responsabilidades no plano privado, e em todos os estádios da sua vida.
A afirmação da "igualdade" passa também pela concretização da "oportunidade", isto é, a possibilidade dada a alguém de sobressair e ascender profissionalmente pelo simples facto de essa pessoa ter mérito. Ora, em Portugal muito está por fazer neste aspecto. No início deste século XXI, tendo alcançado a almejada igualdade no acesso aos diferentes graus de ensino a figura da mulher é, paradoxalmente, ainda rara quando se fala da ocupação de cargos de chefia. As dificuldades encontradas para conciliar vida profissional e vida privada, combinadas com os estereótipos existentes, continuam a dificultar a carreira às mulheres e a perpetuar a segregação vertical do mercado de trabalho.
Se é certo que os sindicatos têm sido organizações atentas ao estudo e ao acompanhamento destas matérias, é aqui de realçar a adesão progressiva de muitas empresas à implementação de medidas de igualdade no trabalho. Criado em 2000, e apoiado pela Comissão para a Igualdade no Trabalho e no Emprego (CITE), o Prémio "Igualdade é Qualidade" – que tem como objectivo central promover a igualdade entre mulheres e homens no trabalho, no emprego e na formação profissional, bem como a conciliação da vida familiar com a actividade profissional – tem vindo a distinguir diversas organizações que se têm destacado pelas melhores práticas nesta área: este ano reconheceu a Xerox Portugal, o Grupo Auchan, a Somague Engenharia e a Axa Seguros de Portugal. E uma vez que premeia as empresas que privilegiam a noção de responsabilidade social, sensibilizando outras, trata-se, sem dúvida, de um instrumento muito útil para uma efectiva política de igualdade no emprego.


autora : Glória Rebelo

Noticia -“Clima é desfavorável aos consumidores” - APDC e Câmara do Porto debatem directiva sobre as práticas comerciais desleais




A nove meses do fim do prazo para transposição da directiva comunitária sobre as práticas comerciais desleais, em Portugal fala-se pouco do documento, que visa a harmonização legal em 30 países. Os especialistas mostram que a ideia está longe de ser consensual.Desbravar os “árduos e pedregosos caminhos da cidadania em Portugal”, pugnando pela defesa dos direitos dos consumidores, que tão esquecidos parecem estar, nos dias que correm, em Portugal e na generalidade dos países europeus, é o objectivo principal da Conferência Nacional das Práticas Comerciais Desleais, que teve início ontem no auditório da Universidade Portucalense, na cidade do Porto, e se prolonga pela manhã de hoje, numa organização da Associação Portuguesa de Direito do Consumo e da Câmara Municipal do Porto.Na sessão inaugural, o presidente da APDC reiterou uma convicção anteriormente expressa a O PRIMEIRO DE JANEIRO, de que “nunca como hoje se falou tanto de responsabilidade social e se exaltou tanto a essência da lealdade e da boa fé, mas também nunca como hoje a má fé se assenhorou das relações comerciais entre as pessoas”. Segundo Mário Frota, “as escolas não formam, os cidadãos prevaricam, e os valores vão-se perdendo”, pelo que “afirmar o Direito é agora imperativo”, sendo “uma tarefa inexpugnável, que começa a ser pesado fardo, pelo facto de quem a ela se dedica não ver a devida recompensa desse esforço”.Recordando que “a Europa discute de modo aceso a aplicação da directiva sobre as práticas comerciais desleais, enquanto em Portugal nem se abriu o debate em torno do assunto, que é tão importante”, o presidente da APDC lançou a discussão, que congregou vários especialistas. A intervenção mais marcante da manhã, depois de Fernando Silva e Sousa, presidente do Conselho de Administração da Universidade Portucalense, ter chamado a atenção para a urgência de debater a medida, e de Sampaio Pimentel, vereador das Actividades Económicas da edilidade portuense ter questionado se “estará o Direito português preparado para adoptar esta directiva”, foi assinada por Jorge Pegado Liz, do Comité Económico e Social Europeu, que desferiu duras críticas ao documento, que disse “falacioso e enganador”, frisando que “o clima é desfavorável aos consumidores”. Para o prelector do CESE, a directiva “relega a protecção dos consumidores para um plano secundário, senão mesmo apenas vagamente admitido ou suportado”, deixando de fora da harmonização algumas questões essenciais, e tornando-se, por essa via, “um embuste e uma falácia completa”, que não conquista a confiança dos consumidores, mas antes trai os seus interesses, que deveriam ser soberanos.


Noticia\Espanha- Expertos valoran el Informe de Conclusiones de la Subcomisión de RSC por su carácter 'promocional y propositivo'


En Barcelona aludieron a la necesidad de 'acompañar' a las pymes en este proceso, atendiendo a su realidad 'específica y diferenciada'.El Círculo de Economía de Barcelona fue el escenario esta semana de un encuentro-coloquio organizado por el 'Círculo de la Responsabilidad Social' sobre el Informe de la Subcomisión del Congreso de los Diputados para el fomento de la RSC, un documento que los asistentes, entre ellos sus responsables y otros representantes de empresas e instituciones, valoraron muy positivamente por su carácter 'promocional y propositito'.


Fonte: Europa Press, consultado em 25\fev\07
noticia completa:

Tuesday, 20 February 2007

Noticia\Espanha - Rede Espanhola Global Compact apresenta resultados 2006


La Asociación Española del Pacto Mundial (ASEPAM) va a presentar los resultados y conclusiones de los Informes de Progreso de 2006 el próximo 21 de febrero en el Instituto de Empresa. El Informe de Progreso es un documento elaborado anualmente por las entidades firmantes del Pacto Mundial con el que se pretende analizar y compartir con el resto de grupos de interés los avances en la implantación de los diez Principios. Estos Informes están planteados en términos de medición del progreso, no se trata de cumplir al 100% con los diez Principios sino de ir progresando en ellos. Dado que el Pacto Mundial es una iniciativa de carácter voluntario, su objetivo no es auditar, ni certificar, ni verificar o sancionar. Quiere servir de auto evaluación para las empresas y persigue también dotar de una mayor credibilidad a la iniciativa por medio de la transparencia, dado que sólo mediante el compromiso real y constante de las entidades firmantes del Pacto Mundial se conseguirá hacer del movimiento una solución de futuro. Los Informes de Progreso se publican en la página web del Pacto Mundial de Naciones Unidas y de ASEPAM y por lo tanto son públicos para que puedan ser consultados tanto por los grupos de interés como por la sociedad en general. El plazo tope fijado por Naciones Unidas para presentar el Informe de Progreso son dos años desde la fecha de adhesión al Pacto Mundial y a continuación anualmente. La empresa que envía el Informe en plazo se considera activa, si no lo envía, durante un año pasa a denominarse “non communicating”. Transcurrido este año se le da un periodo de 45 días, y entonces se le declara inactiva.

-Las empresas activas son firmantes del Pacto Mundial, figuran como activas en la web de Global Compact, tienen derecho al uso del logo y a participar en actividades.

-Las empresas “non communicating” son firmantes del Pacto Mundial, figuran en la web como “non communicating”, tienen derecho al uso del logo y a participar en actividades.

-Durante el periodo de gracia de 45 días, las empresas siguen como firmantes del Pacto y con derecho al uso del logo y a participar en actividades, pero en la web figuran como inactivas.

-Las empresas inactivas no son firmantes del Pacto Mundial, figuran en la web en la sección de inactivas, no tienen derecho al uso del logo y no participan en actividades.

El año 2005 fue el primero en que las entidades españolas realizaron el Informe de Progreso. Aunque existía un manual de cómo abordarlo, se recibieron documentos de diversa extensión y contenido, lo que hacía casi imposible su análisis. Para facilitar la tarea, ASEPAM ha creado una aplicación informática con la que se pretende aumentar el número y mejorar la calidad de los Informes presentados.

La herramienta se ha diseñado teniendo en cuenta criterios de eficiencia (utilizando indicadores con correspondencias a otras iniciativas de RSC y evitando así aumentar o repetir el esfuerzo realizado por la empresa para otro tipo de informes similares), simplicidad (de tal forma que se responda a las cuestiones imprescindibles según el tipo de actividad de la empresa) y homogeneidad (hacer que instituciones con las mismas características contesten las mismas cuestiones).

Para cumplir con los criterios de universalidad, eficiencia y simplicidad perseguidos, se ha tenido que realizar un análisis de indicadores, protocolos, principios y cuestionarios que existen en la actualidad, en fuentes expertas en la materia de la RSC de reconocido prestigio a nivel internacional, como son el GRI, Ethos, Vigeo, SA 8000, Normas de Derechos Humanos de la ONU para empresas, líneas directrices de la OCDE para multinacionales, Partnering Against Corruption Principles for Countering Bribery del World Economic Forum, etc.

Una vez identificados todos los indicadores y cuestiones relacionados directa o indirectamente con los Diez Principios del Pacto Mundial, se realizó una reducción hasta llegar a niveles básicos de información requerida. Con ello se ha evitado solicitar a las entidades, información distinta a la que pueden estar elaborando ya para otras iniciativas. Los datos se han reordenado en función de los Diez Principios para que sean un reflejo claro del avance de la entidad en el cumplimiento de los mismos y sirvan para establecer objetivos futuros.

Además, la campaña para realizar el Informe se ha reforzado con llamadas y visitas personalizadas por el equipo de ASEPAM para explicar los detalles del contenido. Se espera con ello superar los 34 informes presentados el año anterior y que, gracias a la herramienta informática creada por ASEPAM, se puedan extraer unas conclusiones que permitan abrir nuevas líneas de trabajo para seguir fomentando la implantación de los Diez Principios del Pacto Mundial. Para más información sobre la presentación de resultados del Informe de Progreso se puede contactar a la oficina de ASEPAM: asociacion@pactomundial.org. El Pacto Mundial de las Naciones Unidas (Global Compact) es una iniciativa de compromiso ético destinada a que las entidades de todos los países implanten como parte integral de sus operaciones y estrategia, diez Principios de conducta y acción en materia de Derechos Humanos, Trabajo, Medio Ambiente y Lucha Contra la Corrupción. En España, Global Compact opera a través de la Asociación Española del Pacto Mundial (ASEPAM), organismo al que ya se han adherido más de 467 miembros. www.pactomundial.org



Noticia - Cuarta Sesión Plenaria de la ISO 26000


El desarrollo del estándar ISO 26000 sobre Responsabilidad Social Empresarial está en un momento de "crucial importancia" en términos de consenso y confianza entre el amplio espectro de Grupos de Interés que la están llevando adelante. Esta fue la opinión de los responsables del Grupo de Trabajo de la ISO en Responsabilidad Social (SR de ISO/WG) al finalizar la Cuarta Sesión Plenaria que se llevó a cabo entre el 29 de enero y el 2 de febrero en Sydney, Australia. Unas 275 personas de 54 países miembros de la ISO y de 28 organizaciones internacionales representando a los siguientes sectores:

industria; gobierno; trabajo; consumidores; organizaciones no gubernamentales; y servicio, ayuda, investigación y otras.

Un aspecto notable en la reunión de Sydney fue la participación creciente de los expertos de países en vías de desarrollo y que el programa incluyó un taller de los países en vías de desarrollo. Las actividades más importantes estuvieron en el trabajo sobre los asuntos dominantes que habían sido identificados entre los 5 176 comentarios recibidos de los expertos del SR del WG en el segundo borrador de trabajo de ISO 26000 circulada en octubre de 2006.

Las ediciones de base fueron aceptadas en Sydney y agrupadas en cuatro categorías: - Medio Ambiente - Derechos Humanos y Prácticas Laborales - Gobierno Corporativo y Buenas Prácticas - Consumidores y Desarrollo Social El trabajo ahora está continuando para elaborar un tercer bosquejo de trabajo para la circulación y comentar antes de la Quinta Reunión Plenaria del SR del WG en noviembre de 2007. En esta etapa de trabajo borrador, la necesidad es construir consenso entre expertos individuales, mientras que la etapa siguiente del estándar apuntará a construir consenso entre los cuerpos nacionales de los estándares y entre organismos internacionales.

El Vicepresidente del Grupo, Staffan Söderberg – nominado por Suecia- afirmó que "el principal desafío de la reunión de Sydney era construir confianza entre los distintos sectores, este encuentro ratifica que vamos por el camino correcto". El encuentro fue organizado por la Standards Australia cuyo presidente, John Castres dio la bienvenida oficial al grupo. Entre los objetivos de la reunión estuvo también mejorar la rendición de cuentas de este proceso, para clarificar los procedimientos e incentivar la participación. En línea con este último objetivo, el Grupo de Trabajo celebró la decisión del Pacto Global de las Naciones Unidas – con quien recientemente la ISO firmó un memorando de entendimiento de cooperación- y sus redes locales de establecer comités "espejos" en sus países. Además, el SR de ISO/WG decidió el establecimiento de un fondo fiduciario del SR de la ISO que ahora está aceptando donaciones para apoyar el trabajo del grupo.

Las reuniones siguientes del SR de ISO/WG son: - el 5 al 9 de noviembre de 2007, en Viena, Austria, organizada por el instituto austriaco de los estándares (ENCENDIDO) con la ayuda del gobierno austriaco y de la agencia austriaca del desarrollo (ADA), junto con el Pacto Global de la ONU. - 2008, en Santiago, Chile, organizado por el cuerpo nacional de estándares.


fonte: Comunicar SE , consultado 20\fev\07

Seminário Internacional- RSC.- 'Ethical Corporation' organiza en mayo una cumbre con multinacionales para debatir sobre el futuro de la RSC


La publicación especializada 'Ethical Corporation' organizará una conferencia entre los próximos 9 y 10 de mayo en Londres que reunirá a medio millar de multinacionales para debatir el futuro de la responsabilidad social corporativa.
La cumbre cuenta con el apoyo de importantes empresas como el presidente de ABN Amro, Fabio Barbosa, que ha declarado que "tanto la sociedad como las empresas deben trabajar juntas para construir un mundo más sostenible".
El primero de los días se estudiará el impacto de la RSC en la sociedad al tiempo que se analizarán las posibilidades de los 'negocios responsables'. La seguna jornada ofrecerá soluciones prácticas a los problemas más habituales que deben sortear las multinaciones cuando ponen en práctica políticas de RSC.
Para obtener más información del evento, se puede consultar el programa completo de los actos a través de la página web de la publicación '
www.ethicalcorp.com/europe2007/programme.shtml'.

fonte: Europa Press , consultado 20\fev\07

Noticias\Espanha - La CECJ pide en el Congreso que el comercio justo sea una realidad en la próxima Ley de Contratos Públicos


La Coordinadora Estatal de Comercio Justo (CECJ) estuvo presente esta mañana a través de la comparecencia de su presidente, Andrés González, en la Comisión de Administraciones Públicas del Congreso de los Diputados, para exponer su postura y sus enmiendas al proyecto de Ley de Contratos en el Sector Público, una iniciativa legislativa que en su preámbulo alude al comercio justo.
En este sentido, González agradeció la posibilidad de que su postura se tenga en cuenta a la hora de elaborar esta nueva ley y valoró positivamente lo importante que resulta que 'por primera vez se haga mención al comercio justo en una ley sobre contratos y compras públicas', ya que 'se trata de una clara herramienta para el desarrollo sostenible'.


Fonte: Europa Pres, cosultado 20\fev\07

Tuesday, 13 February 2007

Prêmio Ethos-Valor (PEV) - Concurso Nacional para Professores e Estudantes Universitários sobre Responsabilidade Social Empresarial e Desenvolvimento


O Prêmio Ethos-Valor – Concurso para Professores e Estudantes Universitários sobre Responsabilidade Social Empresarial e Desenvolvimento Sustentável, 7a Edição tem por objetivo incentivar e aprofundar o debate sobre a responsabilidade social das empresas e o desenvolvimento sustentável na comunidade acadêmica, envolvendo professores e alunos de todas as áreas, nos cursos de graduação e pós-graduação, em todo território nacional.


fonte: http://www.uniethos.org.br , consultado em 13\fev\07

Monday, 12 February 2007

Artigo Opinião -Beja Santo - Consumo e Qualidade de Vida



Não se pode compreender o consumidor sem primeiramente nos interessarmos pelo indivíduo. Os consumidores não têm existência própria, e por essa razão procurou-se no artigo “É-se consumidor para toda a vida” analisar as atitudes e comportamentos em matéria de consumo decorrentes das transformações operadas nos sistemas de valores, mentalidades, aspirações e opiniões.
Concluímos: somos consumidores de um país periférico, e independentemente de todos os atrasos face aos países hiperindustrializados, damos mostras de uma maior exigência nas nossas decisões de um mercado de consumo. São recentes as nossas preocupações com o consumo social e ambientalmente responsável, o comércio justo, as perplexidades com o endividamento excessivo, os estilos de vida saudáveis. Agir no consumo e com os consumidores requer duas posturas: ganhar critério para escolher de acordo com as suas necessidades e possibilidades e ser solidário com os outros, apostando na sustentabilidade e contrariando padrões de consumo insustentáveis.Neste texto vamos procurar referir os direitos e as responsabilidades dos consumidores não sem deixar de recordar que as nossas decisões são pautadas de acordo com o progresso tecnológico e as necessidades do momento.


fonte: http://www.noticiasdaamadora.com.pt , consultado 12\fev\07,
Para saber mais: http://www.e-cons.net/home.htm ,

Sunday, 11 February 2007

Noticia- Cadaval -Inaugurado Banco Local de Voluntariado


Banco Local de Voluntariado do Cadaval conta já com 60 voluntários inscritos, aguardando agora que as entidades interessadas em acolher voluntários procedam à respectiva inscrição. A cerimónia inaugural teve lugar no passado dia 26 de Janeiro no auditório dos Paços do Concelho.Recorde-se que, no âmbito da implementação do Plano de Desenvolvimento Social do Concelho, um dos projectos prioritários é a criação do Banco Local de Voluntariado (BLV), que pretende ser um espaço de encontro entre as pessoas com disponibilidade e vontade para serem voluntárias e as entidades promotoras de voluntariado.A sessão solene de inauguração contou com a presença e intervenção de Elisa Borges, representante do Conselho Nacional para a Promoção do Voluntariado (CNPV), e de Rosa Araújo, directora do Centro Distrital da Segurança Social de Lisboa (CDSSL). A plateia constituiu-se maioritariamente por voluntários e parceiros do Conselho Local de Acção Social do Cadaval.Na inauguração foi feita uma breve apresentação fotográfica das diferentes acções já desenvolvidas no âmbito do voluntariado no Cadaval. Isto porque os voluntários inscritos no BLV do Cadaval já tinham participado, ainda que informalmente, em diversas actividades promovidas pela Câmara Municipal, nomeadamente na campanha natalícia de solidariedade, na campanha Liga Cadaval Verde, na colónia de férias com crianças carenciadas do Concelho e no "Voluntariado Jovem para as Florestas".
Após a sessão de abertura, que coube a Aristides Sécio, presidente da autarquia cadavalense, Elisa Borges, do CNPV, explicou o que são e como surgiram os BLV, tendo revelado que o Cadaval constitui o 36º Banco a nível nacional a entrar em funcionamento, estando actualmente dezasseis em fase de implementação.A responsável congratulou a autarquia local por ter conseguido inaugurar o BLV local precisamente um ano após a realização do colóquio "Voluntariado para um Cadaval + solidário", que serviu para sensibilizar e esclarecer população e entidades sobre a questão do voluntariado. Concluiu a sua intervenção referindo que “ser voluntário é fazer a ponte entre duas margens de um mesmo rio”.Rosa Araújo, por seu turno, referiu-se aos BLV enquanto verdadeiros núcleos de cidadania e de partilha de uma responsabilidade social, tendo salientado que “o desenvolvimento e a coesão social só são possíveis mediante o envolvimento de todos”, ou seja, não apenas voluntários mas também entidades promotoras de voluntariado e todos os profissionais que trabalham nessas mesmas instituições.A directora do CDSSL esclareceu que os BLV não praticam voluntariado, mas antes “ajudam instituições a crescer, a abrirem-se ao voluntariado”. Informou, por último, que cada serviço local do CDSSL, em articulação com o CNPV, tem um interlocutor para o voluntariado, de modo a que se reforce o trabalho em rede.
Sucesso do BVL dependerá das entidades promotoras
Embora o BLV do Cadaval conte já com 60 voluntários inscritos, a autarquia local alerta, numa nota à imprensa, que “é essencial que as entidades promotoras de voluntariado passem a recorrer a este banco, para que o mesmo cumpra cabalmente os seus objectivos”.O voluntariado pode ser exercido nos domínios cívico, da acção social, da saúde, da educação, do emprego e formação profissional, da ciência e cultura, da defesa do património e do ambiente, entre outras. As entidades interessadas em acolher voluntários dever-se-ão dirigir ao BLV e preencher um formulário próprio para o efeito. Mais informações podem ser oPara mais informações: Câmara Municipal do CadavalBanco Local de Voluntariado do CadavalDra. Carla SilvaTelefone: 262 690 181Fax: 262 695 064E-mail: voluntariado@cm-cadaval.pt

Noticias\Brasil -Deputado Vanderlei Macris apresenta projeto para criação do Índice Nacional de Responsabilidade Social

Criador do Índice Paulista de Responsabilidade Social (IPRS) implantado em 2001 pela Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo, com estatísticas da Fundação Seade — Sistema Estadual de Análise de Dados, Macris apresenta agora projeto de lei similar, de âmbito nacional. “O INRS se assemelha ao Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) adotado pela Organização das Nações Unidas (ONU), que recomenda aos países em desenvolvimento a adoção de análises semelhantes à realizada pelo Estado de São Paulo”.O Índice medido em São Paulo a cada dois anos classifica os 645 municípios do Estado, combinando suas características de riqueza, longevidade, distribuição de renda e escolaridade. O estudo já é utilizado por empresas, investidores e setor governamental para avaliar e redirecionar investimentos em empreendimentos da iniciativa privada e também voltados ao desenvolvimento dos municípios na busca do equilíbrio socioeconômico.“É preciso que seja difundida nacionalmente lei semelhante à que deu muito certo no maior estado brasileiro. O INRS também permitirá que o Congresso Nacional fiscalize e controle de modo mais eficaz a aplicação dos recursos públicos, além de manter maior interação com a sociedade civil organizada”.

fonte: http://www.informesergipe.com.br/pagina.php?sec=7&&rec=18531 ,consultado 11\fev\07

Noticia\Brasil - GUIA EXAME DE BOA CIDADANIA CORPORATIVA 2006



Poucos assuntos evoluíram tão rapidamente no universo empresarial brasileiro nos últimos anos como a discussão sobre a responsabilidade corporativa. Pode-se dizer que as empresas, em menos de uma década, passaram por pelo menos três estágios. Primeiro foi a era da filantropia, que deu visibilidade às ações de voluntariado e aos investimentos sociais realizados nas comunidades do entorno. Mais tarde a conversa tornou-se mais abrangente e passou a envolver a ética e a transparência no relacionamento com as partes interessadas. O objetivo era mostrar que a responsabilidade corporativa é, na prática, sinônimo de boa gestão. Acompanhar de perto essa evolução tem sido o papel e o desafio do GUIA EXAME DE BOA CIDADANIA CORPORATIVA desde seu lançamento, em 2000. Em sua sétima edição, o guia procura mostrar que a discussão está mais uma vez mudando de patamar.
As empresas estão, agora, no estágio da preocupação com a sustentabilidade. O contexto atual -- marcado pela urgência de temas como a degradação ambiental e a exclusão social e pela emergência dos movimentos sociais e de novas potências globais, entre outros aspectos -- leva as companhias a lançar um novo olhar sobre suas responsabilidades e seus impactos na sociedade. O resultado é que as questões ambientais e sociais, que sempre foram marginais aos negócios, estão finalmente chegando ao coração da estratégia. Em todos os setores, executivos e especialistas discutem como transformar a sustentabilidade numa oportunidade. Como afirma Fábio Barbosa, presidente do banco Real, numa das reportagens desta edição: "O desenvolvimento sustentável deixou de ser uma conversa de ambientalistas e chegou às companhias".

Friday, 9 February 2007

Brasil Programa Fome Zero do Governo Federal Cozinha Brasil - Alimentação Inteligente

Preparar alimentos de forma racional, econômica e sem desperdícios é uma forma de minimizar o problema da fome no Brasil. Partindo dessa premissa, o Conselho Nacional do Sesi desenvolveu o Programa Cozinha Brasil – Alimentação Inteligente, em parceria com o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, tornando-se mais uma ação do Programa Fome Zero, do Governo Federal, com apoio das Federações das Indústrias e Departamentos Regionais do Sesi de todo país, capacitarão 10.500 mil pessoas até o final deste exercício e 100 mil até 2006.
O programa visa assegurar um processo educativo permanente, destinado a fazer do ato de produzir, preparar o alimento, uma cultura promotora de saúde, bem estar, geração de renda e desenvolvimento com sustentabilidade.
O 'Cozinha Brasil' pretende mudar o comportamento da população no que se refere a hábitos alimentares e propiciar o aproveitamento integral dos alimentos. No Brasil 30% dos alimentos são perdidos e esse Programa é um dos caminhos encontrados para discernir a educação alimentar e erradicar a fome e a desnutrição no país.
Além disso, o Programa vai orientar e conscientizar a população sobre captação, tratamento, armazenamento e consumo da água – essencial para a manutenção das condições de saúde e de produção.
Por meio de unidades móveis, cozinha experimental pedagógica projetada para ensinar, por meio de cursos a populações como preparar alimentos de baixo custo e alto valor nutritivo, utilizando os alimentos de forma integral, preferencialmente com receitas que utilizem produtos da própria região, respeitando as diversidades culturais.
O Objetivo é que cada pessoa treinada pelo Cozinha Brasil possa tornar-se um multiplicador, levando para as comunidades, para o lar e para a empresa os conhecimentos adquiridos acerca de uma alimentação inteligente.
Cozinha Brasil prevê duas modalidades de cursos que serão ministrados nas unidades móveis que percorrerão os municípios atendidos pelo Programa. Curso de educação alimentar, com carga horária de 10 horas, que serão oferecidos à população em geral; e curso de capacitação de multiplicadores. Com carga horária de 24 horas, o curso para multiplicadores é especifico para pessoas que desejam transmitir o conhecimento aprendido para sua comunidade. O treinamento oferecido pelo Cozinha Brasil tem como material didático o livro Alimente-se Bem com R$ 1,00, editado pelo SESI São Paulo, distribuído gratuitamente aos participantes.

A primeira fase do Programa contou com a participação de empresas como a Petrobrás, Banco do Brasil e Companhia Brasileira de Alumínio.
fonte: http://www.cozinhabrasil.org.br , consultado em 09\fev\07

Robert Levering -sócio-fundador Great Place to Work Institute



O Brasil conta, há 11 anos, com uma subsidiária do Great Place to Work Institute, consultoria norte-americana voltada à avaliação de empresas segundo o ambiente de trabalho que oferecem a suas equipes. Na quinta-feira, 1o de fevereiro, o Baguete aproveitou uma passagem de Robert Levering, sócio-fundador da matriz norte-americana, pelo Brasil para conversar com o executivo.Abaixo, o resultado da entrevista: uma série de ponderações e dicas para quem estiver interessado em construir um literal Ótimo Lugar para Trabalhar. Segundo Lendering, os mais apressados podem começar se baseando em um tópico máximo - a confiança. Porém, para chegar lá de verdade... leia mais!
Baguete - No setor de TI, há muita rotatividade de cargos. Como é possível criar um ótimo ambiente de trabalho mesmo nestas condições?
Robert Levering - A TI é um grande campo de negócios, que está sempre criando oportunidades de expansão. Logo, há esta troca de empregados, esta rotatividade. Mas eu acho que o foco tem de ser sempre "um bom lugar para se trabalhar". Assim, o colaborador que sai tem de sair satisfeito com o lugar onde trabalhou, com o que recebeu da empresa e com o que deixou de contribuição para ela e para sua própria carreira. Já o funcionário que entra tem de vir confiante e encontrar na companhia o lugar que confiou ser realmente bom para si. E isso se constrói de muitas formas - respeitando, por exemplo, a cultura de cada mercado e, portanto, das pessoas de cada mercado onde se está inserido. A cultura, aliás, é um ponto importante. É preciso mudar a cultura de emprego que se tem hoje, é preciso entender que o bom lugar para trabalhar é aquele que contribui para o seu crescimento enquanto você está lá, e que continua fazendo isso, através da experiência angariada, depois que você sai, ou depois que você muda de cargo - porque a rotatividade nem sempre significa demissão, às vezes um empregado sobe de posto e sua antiga função é assumida por outro. O grande passo é que nisso tudo haja uma troca: o funcionário engrandece a empresa e a empresa engrandece o funcionário.
Baguete - Muitas vezes é preciso demitir. Como encarar esta situação e seguir sendo considerado um bom lugar para trabalhar?
Robert Levering - Bom, a idéia de que a pessoa foi demitida devido ao trabalho que realizou, a forma como realizou seu trabalho, é muito significativa. Nem sempre é assim, muitas vezes a demissão é necessária não por incompetência do funcionário, mas por sua inadequação à função para a qual foi designado, ou, ainda, por motivos maiores da empresa ou de si próprio. Porém, demitir - ou ser demitido - pode ser bom, pode ser um passo para crescer, para descobrir um verdadeiro rumo certo e desenvolver um trabalho satisfatório para as duas partes. Enfim, é preciso entender a demissão como a saída de um emprego, e não da carreira.
Baguete - O Great Place To Work Institute atua em cerca de 30 países. Que diferenças, na avaliação de ambientes de trabalho, vocês encontram entre as companhias de diversos lugares?
Robert Levering - Entre as companhias não há diferença, há diferença entre os países. São culturas diferentes, estilos diferentes de vida e, logo, de trabalho. Nas companhias, é praticamente sempre o mesmo, até porque nossa avaliação é muito "popular" - analisamos quesitos que são relevantes em qualquer organização. Em resumo, não há diferenças gritantes, mas o que posso dizer é que se nota uma diferenciação cultural, isto é, entre as pessoas que constroem as corporações de cada país. Isso, obviamente, cria ambientes de trabalho diferentes, mas que sob nosso escopo de avaliação são nivelados por suas características semelhantes.
Baguete - E como funciona este método de avaliação do Great Place to Work?
Robert Levering - Sou um dos fundadores da consultoria, que faz avaliações segundo um modelo baseado em confiança desde 1997. O que fazemos é desenvolver pesquisas e projetos no intuito de amparar empresas que pretendem melhorar seu ambiente de trabalho, obtendo melhor desempenho das equipes a partir disso. Nossa avaliação se baseia em cinco Dimensões: Credibilidade, Respeito, Imparcialidade, Orgulho e Camaradagem. Sob estes aspectos, disponibilizamos ferramentas de diagnóstico, além de realizar eventos como palestras e seminários.

Thursday, 8 February 2007

Sites - Sustainable Development


Variety of stories. Wide variety of current & recent stories, mostly online newspapers & services. Date, title, source.




Wide variety of international resources. Also international trade.
http://w.moreover.com/


Population / environment oriented news. Media analysis of ongoing coverage. Media resources (press releases, documents, etc.) organized into issue areas. Excellent resource.
http://www.planetwire.org/



Recent, if not daily news on sustainability issues in the U.S.



Water supply, water quality, policy/legislation, litigation/water rights, conservation, global waterfront. Inhouse content. Title, full text.




Review of recent stories. National and International sources.
http://www.overpopulation.org/

Wednesday, 7 February 2007

Sites in Corporate Citizenship



Arts and Businesshttp://www.aandb.org.uk/
Business and Human Rights
http://www.business-humanrights.org/
Business for Social Responsibility
http://www.bsr.org/
Business in the Community
http://www.bitc.org.uk/
Canadian Centre for Business in the Community
www.conferenceboard.ca/gcsr
Centre for Social and Environmental Accounting Research
www.gla.ac.uk/departments/accounting/csear/
Charities Aid Foundation - Corporate Community Involvement
http://www.ccinet.org/
Committee to encourage corporate philanthropy - US
http://www.corphilanthropy.org/
Conference Board
http://www.conference-board.org/
Corporate Social Responsibility Forum
http://www.pwblf.org/
Council on Foundations
http://www.cof.org/
CSR Europe
http://www.csreurope.org/
DTI - Corporate Social Responsibility
http://www.societyandbusiness.gov.uk/
European Foundation Centre
http://www.efc.be/
Foundation Center
http://www.fdncenter.org/
FTSE4Good Index
http://www.ftse4good.com/
Fundacion Emprasa y Sociedad
www.empresaysociedad.org/index.cfm
Global Reporting Initiative
http://www.globalreporting.org/
Institute for Social and Ethical Accountability
http://www.accountability.org.uk/
Keidanren - Japanese Business Federation
http://www.keidanren.or.jp/
Links to environmental, social, CSR and sustainability reports
http://www.sustainability-reports.com/
New Academy of Business
http://www.new-academy.ac.uk/
The Center for Corporate Citizenship at Boston College
www.bc.edu/cccr
The Copenhagen Centre
http://www.copenhagencentre.org/
The Global Compact
http://www.unglobalcompact.org/
The National Business Initiative
http://www.nbi.org.za/
The United Nations and Business
www.un.org/partners/business/
Transparency International
http://www.transparency.de/
World Business Council for Sustainable Development
http://www.wbcsd.ch/
Worldaware
http://www.business-worldaware.org.uk/

Green Report Card: Colleges Graded Energy use, buildings, food, investments examined CAMBRIDGE,




Green Report Card: Colleges Graded Energy use, buildings, food, investments examined CAMBRIDGE,
MASS - The Sustainable Endowments Institute released its College Sustainability Report Card, which grades 100 leading colleges by looking at campus greening practices and endowment policies.

The Cambridge-based research institute announced that the report's grade of "A-", the highest cumulative sustainability grade, was received by Harvard University, Stanford University, Dartmouth College, and Williams College. In addition, 26 schools received an average grade of "A-" or better upon assessing only campus operations. The College Sustainability Report Card takes into account 26 indicators, from green building initiatives to endowment investment policies, and uses an A to F letter grading system to evaluate performance. The study indicates that some leading schools are taking proactive steps on both campus and endowment sustainability initiatives. Other schools are shown to have a less consistent commitment. While the report assigns grades for each indicator, the final cumulative sustainability grade distribution is as follows: Four schools earned level "A" grades, 22 earned level "B" grades, 54 earned level "C" grades, and 20 earned level "D" grades."This is the first time that colleges have been assessed on both campus and endowment sustainability policies," said Mark Orlowski, executive director of the Sustainable Endowments Institute. “These schools have combined holdings of more than $258 billion--approximately 75 percent of all higher education endowment investments.” The report presents easily accessible information regarding sustainability practices at the 100 institutions with the largest endowments in the United States and Canada, including the Ivy League and Big 10, as well as other top public and private colleges. "When it comes to sustainability," Orlowski said, "the key questions about these institutions are: How do sustainability factors shape the way they use their resources? How can schools learn from each other and adapt sustainability policies that work?" “Linking campus sustainability efforts with endowment investment policies is important,” he added, “because it assures a unified sustainability vision for the institution.” The complete College Sustainability Report Card is available at http://www.endowmentinstitute.org. ### The Sustainable Endowments Institute is a special project fund of Rockefeller Philanthropy Advisors and is based in Cambridge, Massachusetts. Founded in 2005, the Institute is engaged in research and education on the sustainability of higher education endowments. For more information, visit www.endowmentinstitute.org



Conceito - Aquecimento Global



O aquecimento global é um fenómeno climático de larga extensão -um aumento da temperatura média da superficie da Terra que vem acontecendo nos últimos 150 anos. Entretanto, o significado deste aumento de temperatura ainda é objecto de muitos debates entre os cientistas. Causas naturais ou antropogénicas (provocadas pelo homem) têm sido propostas para explicar o fenómeno.


O IPPC (Painel Intergovernamental para as Mudanças Climáticas, estabelecido pelas Nações Unidas e pela Organização Meteorológica Mundial em 1988) no seu relatório mais recente diz que a maioria do aquecimento observado durante os últimos 50 anos se deve muito provavelmente a um aumento do efeito de estufa, havendo evidência forte de que a maioria do aquecimento seja devido a atividades humanas (incluindo, para além do aumento de gases de estufa, outras alterações como, por exemplo, as devidas a um maior uso de águas subterrâneas e de solo para a agricultura industrial e a um maior consumo energético e poluição).


Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre

Tuesday, 6 February 2007

NOTICIA - Relatório da ONU culpa homem por aquecimento global

O relatório do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC, em inglês) da Organização das Nações Unidas (ONU) culpa a ação do homem pelo aquecimento global e prevê um cenário de catástrofe ambiental.
"Concentrações de dióxido de carbono (CO2), metano e óxido nitroso aumentaram notavelmente como resultado das atividades humanas desde 1750, e agora excedem, em muito, os valores (anteriores)", diz o relatório.
"Os aumentos globais na concentração de dióxido de carbono se devem, sobretudo, ao uso de combustíveis fósseis e mudanças no manejo da terra, enquanto o aumento de metano e óxido nitroso se deve primordialmente à agricultura."
As conclusões estão descritas no "Resumo para os Formuladores de Políticas", que integra a primeira parte do relatório "Mudanças Climáticas 2007".
O documento diz que, até o fim deste século, a temperatura da Terra pode subir de 1,8ºC – na melhor das hipóteses – até 4ºC.
O derretimento das camadas polares deve fazer com que os oceanos se elevem entre 18 cm e 58 cm até 2100, dizem os cientistas. Além disso, tufões e secas devem se tornar mais intensos.
Referência
Durante toda a semana, mais de 500 cientistas e representantes governamentais se reuniram a portas fechadas na sede da Unesco, em Paris, para concluir e aprovar o texto sobre as constatações científicas em relação ao aquecimento global.
As conclusões estavam sendo bastante esperadas porque servirão como referência para toda a comunidade científica mundial. O texto foi discutido linha por linha pelos participantes da reunião em Paris.
Os especialistas debateram, por exemplo, a terminologia para designar o grau de responsabilidade da ação humana no aquecimento global.
Alguns preferiam utilizar o termo "inequívoca", outros preferiam a expressão "além de qualquer dúvida razoável".
Ao final, os cientistas concluíram que há 90% de chance de o aquecimento global observado nos últimos 50 anos ter sido causado pela atividade humana.
É um aumento expressivo em relação ao último relatório, de 2001, que apontava uma probabilidade de 66%.
O co-presidente do IPCC, Achim Steiner, disse que o documento "acaba com as interrogações" em relação à ação do homem no aquecimento global.
Kyoto
O presidente do IPCC, Rajendra Pachauri, disse esperar "que este relatório deixe as pessoas chocadas e leve os governos a agirem com mais seriedade".
Este é o quarto relatório do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas, criado em 1988 pela Organização Meteorológica Mundial e pelo Programa da ONU para o Meio Ambiente para avaliar as informações científicas e sócio-econômicas sobre o aquecimento global.
O relatório anterior, de 1995, serviu de base para a elaboração do Protocolo de Kyoto, que dois anos depois impôs aos países desenvolvidos uma meta de reduzir em 5,2% as emissões de gases de efeito estufa até 2012.
Prevê-se que o quarto relatório do IPCC sirva como referência para o "pós-Kyoto", ou seja, para o compromisso dos países após 2012, quando expira o atual protocolo.
O tema será um dos assuntos centrais da reunião da ONU em Bali, na Indonésia, em dezembro próximo.
O texto integral do quarto relatório "Mudanças Climáticas 2007" totalizará cerca de 900 páginas e será divulgado por partes até novembro deste ano.
Ainda serão divulgados estudos sobre o impacto das mudanças climáticas e sobre as formas de controle das emissões de gases de efeito estufa.

Fonte: http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc/story/2007/02/070202_danielaclima2.shtml, consultado 06\fev\07

NOTICIA - Firms told to cut CO2 or leave FTSE4good


Terry MacalisterTuesday February 6, 2007The Guardian
Companies wanting to demonstrate corporate social responsibility by being a member of the FTSE4Good stock market index will be forced to show they are reducing their carbon emissions.
About a quarter of the energy-intensive users in the FTSE4Good are heading for removal unless they change their ways, according to the index's organisers.
Oil companies, airlines and mining firms will be told today they must deliver a 2.5% per annum reduction in carbon emissions and publish specific climate-change policies for which their boards must take direct responsibility under a first phase of the new initiative that will gradually be rolled out for all members.
US companies look under particular threat under the criteria to be announced at Canary Wharf in London today with a keynote speech from the environment secretary, David Miliband. "It used to be accepted that we cannot afford to be green. Now the opposite is true: we cannot afford not to be," he will argue.
Craig Morrison, head of business ethics at Glasgow Caledonian University and a FTSE4Good committee member, said last night that some companies were working very hard to reduce their carbon footprint but "incredibly" some were failing badly and letting their pollution levels rise.
"We will give companies time for change but after that they will be removed from the index if they do not show that they are making improvements," he said.
FTSE4Good already demands higher environmental standards but today the criteria will be raised to include CO2 emissions and climate change for the first time.
Mr Morrison accepts that a 2.5% decrease is not much to ask. "We could have made it 5% but quite honestly it would have decimated the index - removing 60% or 70% of the constituents."
Mr Miliband will also argue that environmentalists who push punitive measures on business "must not forget that without a stable and prosperous economy the public appetite for green measures will dwindle".



NOTICIA - How big is your footprint? - The government wants schools to teach young people about climate change. Here's how to start



Judith KneenTuesday February 6, 2007The Guardian

The Intergovernmental Panel on Climate Change (IPCC) report, published last week, reinforces human responsibility in tackling global warming. Well-known companies such as Tesco, M&S and Wal-Mart, the owners of Asda, have announced measures to prove their green credentials. The education secretary, Alan Johnson, now wants to put energy saving and recycling into the curriculum. And every secondary school is to receive a copy of An Inconvenient Truth, the film made by former US vice-president Al Gore about global warming. What better time to unravel some of the jargon of carbon footprinting and what it means for companies and individuals alike.
Pumping out carbon dioxide (CO2) and other greenhouse gases is poisoning the atmosphere. Your carbon footprint indicates how much of it is down to you. It's a powerful message for the young: know the size and effect of your footprint.
The average British carbon footprint is just under 11,000kg of CO2 a year, but scientists warn this must be reduced to 2,500kg to stop global warming. Show students the Wikipedia table and map comparing emissions from different countries (
http://en.wikipedia.org/wiki/List_of_countries_by_carbon_dioxide_emissions_per_capita).
The science behind CO2 in our life cycle is fascinating. Earth has developed a delicate juggling act whereby the amount of CO2 entering the atmosphere through respiration and decay is balanced by the CO2 absorbed by plants. The balance has been overturned through the burning of fossil fuels and the consequent release of CO2. The BBC weather pages provide an accessible explanation:
www.bbc.co.uk/weather/features/gases_carbondioxide.shtml. Illustrating the process would make a good introduction to the topic for students. Younger students can explore an animated explanation of the carbon cycle at www.epa.gov/climatechange/kids/carbon_cycle_version2.html, while older students can investigate the cycle at www.purchon.com/ecology/carbon.htm.
Challenge students to calculate their own carbon footprint. An attractive calculator is provided by BP (
www.bp.com/extendedsectiongenericarticle.do?categoryId=9008204&contentId=7015209&BPLinkTrace=1604280000). A little homework beforehand, such as establishing their household's type of heating, working out journeys travelled, and so on, will make the calculations more accurate. Provide each student with a footprint template on which to record their level of CO2. These could be displayed.
Their next challenge is to work out what steps will shrink this. Set them thinking about solutions by taking part in Tear Fund's climate change pentathlon (
www.tearfund.org/Campaigning/Climate+change+and+disasters/pentathlon).
Even seemingly simple decisions like what to eat can have an impact on our footprint. Direct students to an article that works out the carbon footprint for burger consumption in the US, which could account for as much as 150,000 tonnes of carbon (
www.openthefuture.com/2006/12/the_footprint_of_a_cheeseburge.html). Use this article to help students identify the factors influencing the footprint (such as production, selling and cattle methane production).
Carbon offsetting is a way of compensating for CO2 emissions by buying credits in offsetting projects, which prevent or reduce CO2 emissions elsewhere, such as through the planting of trees. Students can read an explanation of carbon offsetting at Defra (
www.defra.gov.uk/environment/climatechange/uk/carbonoffset). Examples of offsetting projects in the developing world can be found at Climate Care, through a range of short videos. Carbon capture and storage is seen by some as a future solution. Students can find out more at www.guardian.co.uk/life/thisweek/story/0,12977,1506967,00.html and see diagrams of what it might be like at www.co2capture.org.uk.
Many businesses are now taking steps to reduce their carbon footprint. The BBC has an interesting range of video reports focusing on the issue, including a report on M&S's pledge to become carbon neutral (
http://news.bbc.co.uk/player/nol/newsid_6270000/newsid_6275700/6275717.stm?bw=nb&mp=wm).
Encourage students to look at their local CO2 picture. An Office for National Statistics report reveals that household emissions are rising (
www.statistics.gov.uk/downloads/theme_environment/Impact_of_households_final_report.pdf).
Shrink your footprint
Finally, return to shrinking the students' individual carbon footprints. Direct Gov has ideas that focus on cutting down on energy use (
www.direct.gov.uk/en/Environmentandgreenerliving/index.htm).
Get students to create a campaign focusing on one aspect that will benefit the school's footprint, such as using less paper, walking to school. Encourage students to create posters for their school and their local area (library, shops) on how to shrink a carbon footprint. The Carbon Trust has business ones that may provide inspiration:
www.carbontrust.co.uk/energy/startsaving/posterfacts.htm. Teachers and students will find a complete KS3 lesson on carbon footprints at the Guardian's online daily newsdesk for schools www.learnnewsdesk.co.uk
Curriculum links
Key stage 2
Citizenship & PHSE 2a, 2f-h; English (En1) 3a-f; (En2) 3a-g; (En3) 2a-f; Geography 2c-d, 3a-g, 5a-b; Science (Sc2) 5a
Key stage 3
Citizenship 1f-i, 2a-c, 3a-c; English (En1) 3a-e 4a; (En2) 1a-d 4a-d; (En3) 1e-k; Geography 2c-d, 3a-e, 5a-b; Science (Sc4) 5a-c
Key stage 4
Citizenship 1f-j, 2a-c, 3a-c; English (En1) 3a-e 4a; (En2) 1a-d, 4a-d; (En3) 1e-k; Science single (Sc4) 4b, double (Sc4) 5a-b
Scottish links
English (levels C-F); Environmental studies: social subjects (levels C-F); Environmental studies: science (levels C-F)


Monday, 5 February 2007

Corporate Social Responsibility - What does it mean?


One of the most frequently asked questions at this site - and probably for all those individuals and organisations dealing with CSR issues is the obvious - just what does "Corporate Social Responsibility" mean anyway? Is it a stalking horse for an anti-corporate agenda? Something which, like original sin, you can never escape? Or what?
Different organisations have framed different definitions - although there is considerable common ground between them. My own definition is that CSR is about how companies manage the business processes to produce an overall positive impact on society.
Companies need to answer to two aspects of their operations. 1. The quality of their management - both in terms of people and processes (the inner circle). 2. The nature of, and quantity of their impact on society in the various areas.
Outside stakeholders are taking an increasing interest in the activity of the company. Most look to the outer circle - what the company has actually done, good or bad, in terms of its products and services, in terms of its impact on the environment and on local communities, or in how it treats and develops its workforce. Out of the various stakeholders, it is financial analysts who are predominantly focused - as well as past financial performance - on quality of management as an indicator of likely future performance.
Other definitions
The World Business Council for Sustainable Development in its publication "Making Good Business Sense" by Lord Holme and Richard Watts, used the following definition. "Corporate Social Responsibility is the continuing commitment by business to behave ethically and contribute to economic development while improving the quality of life of the workforce and their families as well as of the local community and society at large"
The same report gave some evidence of the different perceptions of what this should mean from a number of different societies across the world. Definitions as different as "CSR is about capacity building for sustainable livelihoods. It respects cultural differences and finds the business opportunities in building the skills of employees, the community and the government" from Ghana, through to "CSR is about business giving back to society" from the Phillipines.
Traditionally in the United States, CSR has been defined much more in terms of a philanphropic model. Companies make profits, unhindered except by fulfilling their duty to pay taxes. Then they donate a certain share of the profits to charitable causes. It is seen as tainting the act for the company to receive any benefit from the giving.
The European model is much more focused on operating the core business in a socially responsible way, complemented by investment in communities for solid business case reasons. Personally, I believe this model is more sustainable because:
Social responsibility becomes an integral part of the wealth creation process - which if managed properly should enhance the competitiveness of business and maximise the value of wealth creation to society.
When times get hard, there is the incentive to practice CSR more and better - if it is a philanphropic exercise which is peripheral to the main business, it will always be the first thing to go when push comes to shove.
But as with any process based on the collective activities of communities of human beings (as companies are) there is no "one size fits all". In different countries, there will be different priorities, and values that will shape how business act.
A growing global role
One thing that is for sure - the pressure on business to play a role in social issues will continue to grow. Over the last ten years, those institutions which have grown in power and influence have been those which can operate effectively within a global sphere of operations. These are effectively the corporates and the NGOs. Those institutions which are predominantly tied to the nation state have been finding themselves increasingly frustrated at their lack of ability to shape and manage events. These include national governments, police, judiciary and others.
There is a growing interest, therefore, in businesses taking a lead in addressing those issues in which they have an interest where national government have failed to come up with a solution. The focus Unilever has on supporting a sustainable fisheries approach is one example. Using the power of their supply chain, such companies are placed to have a real influence. National governments negotiating with each other have come up with no solutions at all, and ever-depleting fish stocks. That is not to say businesses will necessarily provide the answers - but awareness is growing that they are occasionally better placed to do so than any other actors taking an interest.
References:
Business in the Community bases its whole approach on the "positive impact" strapline.You can download the "Making Good Business Sense" report at the World Business Council for Sustainable Development website.
fonte:( http://www.mallenbaker.net, consultado em 05\fev\07)

Responsabilidad social corporativa y las políticas públicas

Documento dirigido a analizar el papel de los poderes públicos en la promoción del enfoque empresarial de la responsabilidad social corporativa. Elaborado por la Fundación Ecología y Desarrollo, encargado y editado por la Fundación Alternativas. Presentado en marzo de 2003, es el primer informe de estas características en castellano.
En los últimos tiempos, el debate sobre la RSC se ha trasladado al ámbito de las políticas públicas, especialmente a la función que han de desempeñar los poderes públicos para la promoción de la filosofía RSC. Buena parte de los gobiernos de las economías avanzadas han adoptado políticas formales de difusión de la cultura corporativa de la RSC, entendiendo que puede favorecer las ventajas competitivas de las empresas en determinados mercados, encauzar sus actividades en países emergentes o en vías de desarrollo, o dar acceso a algunos segmentos del mercado de capitales.
El presente informe, además de reflejar el actual estado de la cuestión respecto de la filosofía RSC, da cuenta de las políticas públicas en países avanzados: fomento de los incentivos de mercado, medidas tendentes al fomento de la transparencia informativa, apoyo público a distintos estándares RSC. El documento tiene como objetivo último facilitar la reflexión, discusión y elaboración de propuestas de política pública para la promoción de la filosofía de la RSC en España.


Fecha :
20/03/2003
Tipo de archivo :
Archivo PDF
Idioma :
Castellano
Distribución :
Libre
Tamaño :
414K
ver documento

fonte :
(http://www.ecodes.org/pages/areas/rsc/documento.asp?ID=43&ID_CATEGORIA=45%20, consultado 05\fev\07)

Anuario sobre Responsabilidad Social Corporativa en España 2003

Sinopsis
La Fundación Ecología y Desarrollo ha presentado el "ANUARIO SOBRE RESPONSABILIDAD SOCIAL CORPORATIVA EN ESPAÑA 2003". El informe, elaborado gracias al apoyo de Fundación AVINA, pretende dar cuenta de la situación actual, iniciativas y tendencias más destacables en el ámbito de la Responsabilidad Social Corporativa en España, dando luz también la tendencia internacional en la que este movimiento se inscribe.

Índice

INTRODUCCIÓN FORMALIZACIÓN ¿Por qué formalización? Experiencias internacionales Empresas españolas y formalización RSC Iniciativas internacionales RSC y empresas españolas Iniciativas empresariales en España TRANSPARENCIA INFORMATIVA Global Reporting Initiative Global Reporting Initiative en España ESCRUTINIO Demanda RSC en los mercados financieros. Inversión socialmente responsable Demanda RSC: activismo accionarial y engagement Demanda RSC en los mercados de producto Conclusión: ¿qué opinan de la RSC los grandes gestores de activos del mundo? POLÍTICAS PÚBLICAS: EVOLUCIÓN DEL MARCO INSTITUCIONALPolíticas públicas sobre RSC en España OTROS ACTORES DE LA RESPONSABILIDAD SOCIAL CORPORATIVA EN ESPAÑA Medios de comunicación y RSC en España Organizaciones no gubernamentales European business ethics network Mundo académicoSindicatos Organizaciones de consumidores LOS RETOS. PERSPECTIVAS Y TENDENCIAS ANEXOSTitulares del año RSC en Internet. Directorio básico.


fonte: (http://www.ecodes.org , consultado em 05\fev\07)
documento disponível:
http://www.ecodes.org/pages/publicaciones/publicacion_detalle.asp?Id=38

Responsabilidad Social Corporativa y Políticas Públicas. Informe 2004

Responsabilidad Social Corporativa y Políticas Públicas. Informe 2004 pretende revisar y actualizar el documento de idéntico título, elaborado por la Fundación Ecología y Desarrollo para Fundación Alternativas, en marzo de 2003
Durante los últimos meses, el debate sigue centrado en cuál es la mejor forma de impulsar políticas públicas que promuevan un mayor compromiso por parte del sector privado con la filosofía de la responsabilidad social corporativa. El objetivo de este documento es analizar las principales novedades en el ámbito de las políticas públicas, tanto internacionales como nacionales, para la promoción de la responsabilidad social corporativa durante el año 2003 y primer semestre de 2004. A modo de conclusión, Responsabilidad Social Corporativa y Políticas Públicas. Informe 2004 incluye dieciséis propuestas de acción al Gobierno de España, entre las que destacan las medidas destinadas a incentivar la transparencia informativa en asuntos RSC por parte de los gestores de activos, la puesta en valor de herramientas poco utilizadas como las Líneas Directrices para Empresas Multinacionales de la OCDE, y el fomento de la innovación y difusión de conocimiento en materia de responsabilidad social corporativa. ¿Es conveniente un discurso político acerca de la RSC? La respuesta parece clara: más allá de las consideraciones y debates acerca de las regulaciones en sí mismas, y sus diferentes formas, la agenda política sobre esta materia en otros países del entorno se ha mostrado eficaz. Por lo tanto, hay espacio para una política pública a favor de la RSC. Si de lo que se trata es de cambiar el rol social de las empresas, las administraciones pueden jugar un papel crucial fijando un calendario de actuaciones, que ayude a pasar, con claridad, de la retórica a los hechos. Por otro lado, ¿hasta dónde deben implicarse las administraciones? Algunos ven en límite la participación de las administraciones en la normalización de la RSC. Esta tarea se ha mostrado compleja, como demuestra la decisión de ISO de conformarse con una guía, sin llegar a definir una norma certificable sobre RSC. Por otro lado, y teniendo en cuenta el papel de la inversión socialmente responsable (ISR) como motor de la RSC, que no termina de despegar en España, las administraciones públicas pueden fomentar la ISR, en una primera etapa, mediante campañas publicitarias. Entre los pasos posteriores, cabe primar la ISR desde el punto de vista fiscal y, adicionalmente, predicar con el ejemplo: ¿qué se hace con el Fondo de Reserva de la Seguridad Social? Éstas y otras cuestiones, así como las recomendaciones relacionadas, pueden consultarse en Responsabilidad Social Corporativa y Políticas Públicas. Informe 2004. El documento se ofrece para su descarga gratuita desde el website de la Fundación Ecología y Desarrollo: www.ecodes.org

fonte :http://www.ecodes.org/pages/documentos/documento.asp?Id_doc=112, consultado em 05\fev\07)
doumento disponível:
http://www.ecodes.org/pages/documentos/documento.asp?Id_doc=112

Anuario sobre responsabilidad social corporativa en España 2005


La nueva edición del "Anuario sobre RSC" de Fundación Ecología y Desarrollo, publicado con el apoyo de Fundación AVINA y el Gobierno de Aragón, describe los avances en las políticas públicas, las iniciativas internacionales, y las tendencias en la implantación de políticas en las empresas españolas.El documento revela que la transparencia sobre la actuación social y medioambiental crece exponencialmente, pero existen lagunas en la asignación de responsabilidades en los consejos de administración de las empresas españolas.Desde la Fundación Ecología y Desarrollo se entiende que la responsabilidad social corporativa (RSC) implica tres pilares básicos: la formalización, la transparencia, y el escrutinio. De igual manera que en la edición anterior del "Anuario", en este documento se repasan las principales iniciativas internacionales en los tres ámbitos, sus principales desarrollos durante los últimos meses, las tendencias que despuntan internacionalmente en el ámbito de la RSC, y el paulatino crecimiento de su influencia entre las empresas españolas.Así, en "RSC y las empresas" se continúa desglosando la implantación real de determinadas políticas de RSC entre las empresas españolas. En concreto, el modo en que las compañías incluidas en el índice IBEX 35 están llevándolas a la práctica en determinados campos de actuación: gobierno corporativo, asignación de responsabilidades sobre cuestiones de RSC en los consejos de administración, salud y seguridad, igualdad de oportunidades, y derechos humanos. Los datos muestran resultados desiguales: mayor formalización en la gestión, incremento muy notable en la transparencia sobre RSC, pero aún escasa asignación de responsabilidades sociales y medioambientales en los órganos de decisión de las empresas.
fonte: (http://www.ecodes.org, consultado 05\fev07)
Documento disponível: