Monday, 29 October 2007

New Study Explores Policies to Support Business Responsibility



(New York, 24 October 2007)

- A new study conducted by The Deutsche

Gesellschaft für Technische Zusammenarbeit (GTZ) and the Bertelsmann Stiftung, explores how governments - through incorporating corporate social responsibility (CSR) into national policies - can contribute to shaping a fair and balanced process of globalization by working together with private and civil society actors.
The study investigates the drivers behind CSR policymaking, analyzing existing instruments and the level of maturity of CSR policies in 13 countries in Africa, the Americas, Asia and Europe. The 13 country profiles form the basis of the CSR Navigator - a tool has been designed to help map CSR-related public policy instruments and to choose measures appropriate to a country’s particular situation.
The study represents an important contribution to the advancement of responsible corporate citizenship.
Click here to download a short version of the study.
Contact
Matthias Stausberg
stausberg@un.org



consultado em 29\out\07)

Sunday, 28 October 2007

The State of Responsible Competitiveness 2007- Nordic companies lead in corporate responsibility



Sweden has the world's most "responsibly competitive" companies, according to a State of Responsible Competitiveness 2007 report released on Friday.
The report, issued by the London-based think thank
AccountAbility, graded countries based on corporate responsibility issues like environment, climate change, anti-corruption and human rights.
Nordic countries reached the top four positions, with Denmark, Finland and Iceland following No. 1 Sweden. Those were followed by Great Britain, Norway, New Zealand, Ireland, Australia and Canada. The U.S. was lower on the list but managed to make the top 20.
The report was released during the
UN Global Compact Leaders Summit on corporate citizenship being held in Geneva on Thursday and Friday. Hundreds of business, government and civil workers met at the summit to talk about unifying principles of social responsibilities.
The Responsible Competitiveness study covered 108 countries, which were given points for each responsible business practice, such as carbon dioxide emissions and human rights policies.
The report, with a foreword by former U.S. Vice President Al Gore, aims to be a guide for policy makers and business leaders looking to be more competitive through responsible corporations. The study also shows that by not being responsibly competitive, countries can miss out on their share of a future market worth as much as $750 billion by 2050.
Portugal 21 ( 65,9 ) RCI Ranking 2007.
fonte:( http://www.accountability21.net/default2.aspx?id=982 , consultado em 28\Out\07)

BP emprestou dinheiro a administradores



O Banco de Portugal emprestou dinheiro a três administradores para a compra de casa. Estes créditos são legais, mas entidade pública de supervisão bancária não permite que isto aconteça noutros bancos.

Quando se soube que o BCP tinha emprestado dinheiro ao filho de Jardim Gonçalves e a outros administradores, a entidade de supervisão disse que estes créditos não são legais. Mas esta regra não se aplica ao próprio banco liderado por Vítor Constâncio. O “Correio da Manhã” revela que três administradores do Banco de Portugal têm créditos desta entidade pública para a compra de habitação. José Agostinho Matos e Pedro Duarte Neves, vice-governadores, obtiveram empréstimos quando eram directores. Victor Manuel Pessoa, administrador do banco, beneficiou de um crédito para compra de segunda habitação na qualidade de membro do conselho de administração. De acordo com o Ministério das Finanças a concessão destes créditos é permitida por lei. Tem uma taxa de juro e um montante máximos definidos. Estas regras valem para todos os trabalhadores, incluindo a administração. Além disso, o ministério de Teixeira dos Santos diz que o Banco de Portugal não é uma instituição de crédito, por isso mesmo não se rege pelo Regime Geral das Instituições de Crédito e Sociedades Financeiras, que impede o empréstimo a administradores.

Roupa da GAP fabricada por crianças na Índia



Roupas vendidas pela cadeia de vestuário norte-americana GAP são fabricadas por crianças num atelier na Índia, segundo uma investigação do diário britânico Observer hoje publicada.

As crianças, das quais as mais jovens têm dez anos e que trabalham para uma empresa subcontratada do grupo no bairro de Shahpur Jat em Nova Deli, a capital indiana, interrogadas por um jornalista do Observer, evocaram longas horas de trabalho não pago, ameaças e maus tratos.
As crianças produziam camisas da gama Gap Kid que deviam ser vendidas no Natal, segundo o jornal. «Na Gap pensamos firmemente que em nenhuma condição é aceitável que crianças fabriquem ou trabalhem no fabrico de vestuário», indicou o grupo com sede em São Francisco num comunicado citado pelo jornal.
Lusa/SOL
"É claro que um dos nossos fornecedores violou esta acordo e um inquérito completo já está em curso", precisa o grupo.
A Gap retirou as peças de vestuário em causa das suas lojas e convocou uma reunião com os seus fornecedores para reforçar a interdição de trabalho das crianças, indicou ainda.
Em 2004 a GAP lançara uma auditoria social sobre a produção da sua roupa que revelara casos de trabalho forçado, de trabalho infantil, de salários inferiores ao mínimo legal e de castigos corporais.
No seguimento desta auditoria, o grupo tinha denunciado contratos com 136 fornecedores responsáveis de abusos.
O ano passado, a GAP rescindiu contratos com mais 23 outros fornecedores após verificação de situações condenáveis, acrescenta o diário.


Wednesday, 17 October 2007

Levanta-te" contra a pobreza para assinalar o Dia Internacional da Erradicação da Pobreza


Cerca de 45 mil portugueses deverão aderir, quarta-feira, à iniciativa mundial "Levanta-te" contra a pobreza para assinalar o Dia Internacional da Erradicação da Pobreza. Trata-se de uma das metas traçadas pela ONU nos Objectivos de Desenvolvimento do Milénio.


A iniciativa, desenvolvida em Portugal pela Campanha Pobreza Zero, deverá registar-se um pouco por todo o país em escolas, empresas e associações entre as 21:00 de hoje e as 21:00 de quarta-feira. A poucas horas do início da acção, Portugal está próximo de atingir o objectivo proposto de conseguir este ano que 50 mil portugueses se levantem contra a pobreza. Uma em cada seis pessoas no mundo vive em condições de pobreza extrema, não tem acesso a medicamentos nem à educação básica, indicam dados internacionais. Em Portugal, um em cada cinco vive em situação de pobreza. Por outro lado, 12 por cento da população global - ou seja, o grupo dos 22 países mais ricos do mundo, em que se inclui Portugal - consome 80 por cento dos recursos naturais disponíveis. As inscrições para esta iniciativa começaram há cerca de três semanas e, segundo a organização, a perspectiva de adesão já ultrapassa os valores atingidos em 2006. Em 2006, 20 mil portugueses inscreveram-se na acção "Levanta-te" contra a pobreza, contribuindo assim para o número mundial de 23,5 milhões de pessoas que aderiram a iniciativa. Estes milhões de vozes recordaram aos líderes mundiais que a cada dia que passa 50 mil pessoas morrem de pobreza extrema, que o fosso entre ricos e pobres é cada vez maior e que os Objectivos de Desenvolvimento do Milénio, assumidos pelos governos nas Nações Unidas de reduzir para metade a pobreza extrema até 2015, estão em risco.

Tuesday, 16 October 2007

Há dois milhões de pobres em Portugal



Um quinto dos portugueses vive com menos de 360 euros por mês. E 32% da população activa entre os 16 e os 34 anos seria pobre se dependesse só do seu trabalho.

De acordo com as estatísticas ontem publicadas pelo INE, sem as pensões de reforma e as transferências sociais do Estado, mais de quatro milhões de portugueses estariam em risco de pobreza. “É a própria concepção do Estado social que fomenta esta dependência das pessoas face ao Estado”, aponta o economista João César das Neves. “As pessoas pagam ao Estado para terem acesso a pensões de reforma e depois esperam, obviamente, receber”, acrescenta.

O professor da Universidade Católica aponta que esta tendência nasceu com o fim da ditadura em Portugal e a criação da Segurança Social moderna. “Antes, Portugal tinha das mais altas taxas de poupança do mundo porque as pessoas não contavam com o dinheiro do Estado”, conclui o economista.

Mesmo assim, e apesar das pensões de reforma e de sobrevivência e das transferências sociais do Estado português, há dois milhões de portugueses no limiar da pobreza, ou seja, com um rendimento de cerca de 360 euros mensais ou 4.321 euros anuais. O estudo do INE e refere-se ao ano de 2005, apesar de esta ser uma tendência que se mantém há mais de dez anos, mais precisamente desde 1996, de acordo com João César das Neves.

O fosso entre pobres e ricos em Portugal é, além disso, o maior no conjunto dos países da União Europeia. O rendimento dos dois milhões de portugueses mais ricos do país é quase sete vezes maior do que o rendimento dos dois milhões de pessoas mais pobres.

“A situação é alarmante”, garante Fernando Nobre, presidente da AMI (Assistência Médica Internacional). “No último ano, os cem portugueses mais ricos viram a sua fortuna aumentar cerca de um terço [33%], quando a média da população portuguesa só conseguiu aumentar o seu rendimento em cerca de 2% ou 2,5%”, conta o médico fundador da associação.

Aos dois milhões de portugueses em risco de pobreza corresponde apenas 7% do rendimento líquido das famílias. Por outro lado, o grupo de dois milhões de pessoas com mais dinheiro em Portugal reúne 45% do rendimento monetário líquido das famílias a nível nacional.

“A responsabilidade social das elites da sociedade portuguesa não é praticada e nem sequer é assumida”, acusa o presidente da AMI. “A situação é bastante grave: já se sabe, quanto maior é o índice de desigualdade de um país, menor é o seu índice de desenvolvimento”, remata Fernando Nobre.

As pessoas que estão mais perto do limiar da pobreza em Portugal são os idosos que vivem sozinhos e as famílias constituídas por dois adultos com três ou mais filhos. Em contraponto, os portugueses mais ricos do país correspondem, em regra, a famílias com apenas um filho ou a um casal sem crianças dependentes.


Portugal entre os dez com maior risco de pobreza da UE
O relatório do Instituto Nacional de Estatística é taxativo: Portugal faz parte da lista negra dos países com uma taxa de pobreza superior à média europeia de 16%. A lista dos Estados com maior risco de pobreza é liderada pela Polónia e pelos três países bálticos – Estónia, Letónia e Lituânia, com valores entre os 18 e os 21%. Seguem-se Espanha, Grécia e Irlanda com um quinto da população em risco de pobreza e Portugal e Reino Unido, com uma taxa de limiar de pobreza de 19% e 18%, respectivamente. Os países com menos pessoas em risco de pobreza são precisamente os escandinavos (Suécia, Finlândia e Dinamarca), a República Checa e a Eslováquia.


Os apoios do Estado aos mais desfavorecidos
Mais de cem famílias portuguesas dependem actualmente do Rendimento Social de Inserção (RSI). Este apoio nasceu há dez anos, sob o nome de Rendimento Mínimo Garantido e tinha como objectivo acabar com a pobreza em Portugal. No Orçamento da Segurança Social para 2008, está prevista uma despesa com o RSI de 371 milhões de euros, verificando-se um aumento de 2,8% face a 2007. Também a despesa com o Complemento Solidário para Idosos, disponível desde Fevereiro de 2006 e que é pago a mais de 50 mil idosos irá mais do que duplicar no próximo ano, para 139,5 milhões (mais 111,4% que em 2007). Este aumento está relacionado

Sunday, 14 October 2007



A APQ - Associação Portuguesa para a Qualidade, convida-o a inscrever-se no evento anual com maior relevância,

organizado no nosso país, dedicado à temática da Qualidade e Excelência.

São vários os motivos pelos quais, estamos certos, vai querer estar presente. Antevemos dois dias de intensa partilha

de conhecimentos e experiências e de enriquecimento pessoal, que fará do 32º Colóquio da Qualidade um

acontecimento inesquecível:

Os Keynote Speakers - Descubra novas perspectivas com James Harrington, reflicta com Raúl Diniz e inspire-se com Miha Pogacnik
As Sessões Temáticas Paralelas - Escolha os seus temas de interesse e saiba mais sobre as práticas de algumas organizações em Excelência Organizacional/Ética e Responsabilidade Social/Normalização, Certificação e Acreditação/Métodos e Ferramentas da Qualidade
As Visitas Técnicas - Veja qualidade de um modo diferente, por dentro, junto de uma entidade que lhe vai abrir as portas e partilhar consigo as suas boas práticas
A Exposição de Posters - Aproveite as pausas para café e esclareça dúvidas e/ou partilhe ideias com os autores, num ambiente informal
A Cerimónia de Reconhecimentos - Partilhe um momento muito especial com as últimas organizações reconhecidas pela APQ, no âmbito dos Níveis de Excelência da EFQM, fique a saber quem são os associados que completam 25 anos de filiação e os vencedores dos Prémios "Melhor artigo da Revista Qualidade", "Trabalhos de Dissertação de Pós-Graduação, Mestrado ou Doutoramento" e "Fotografia"


E, já imaginou desfrutar de tudo isto num ambiente muito próprio, entre o verde da paisagem e o azul do mar, que a Madeira lhe oferece?


Consulte o Programa Final em www.apq.pt/32coloquio/Programa32Coloquio.asp