Criador do Índice Paulista de Responsabilidade Social (IPRS) implantado em 2001 pela Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo, com estatísticas da Fundação Seade — Sistema Estadual de Análise de Dados, Macris apresenta agora projeto de lei similar, de âmbito nacional. “O INRS se assemelha ao Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) adotado pela Organização das Nações Unidas (ONU), que recomenda aos países em desenvolvimento a adoção de análises semelhantes à realizada pelo Estado de São Paulo”.O Índice medido em São Paulo a cada dois anos classifica os 645 municípios do Estado, combinando suas características de riqueza, longevidade, distribuição de renda e escolaridade. O estudo já é utilizado por empresas, investidores e setor governamental para avaliar e redirecionar investimentos em empreendimentos da iniciativa privada e também voltados ao desenvolvimento dos municípios na busca do equilíbrio socioeconômico.“É preciso que seja difundida nacionalmente lei semelhante à que deu muito certo no maior estado brasileiro. O INRS também permitirá que o Congresso Nacional fiscalize e controle de modo mais eficaz a aplicação dos recursos públicos, além de manter maior interação com a sociedade civil organizada”.
fonte: http://www.informesergipe.com.br/pagina.php?sec=7&&rec=18531 ,consultado 11\fev\07
Embaixada do Conhecimento. Um local de troca e partilha de conhecimento. Neste momento é composto por único Embaixador Residente. Os temas principais abordados são a Responsabilidade Social,NeuroMarketing,Redes Sociais,Internacionalização, Administração Pública e Cultura. Os limites são as próprias capacidades de sonhar….
Sunday, 11 February 2007
Noticia\Brasil - GUIA EXAME DE BOA CIDADANIA CORPORATIVA 2006

Poucos assuntos evoluíram tão rapidamente no universo empresarial brasileiro nos últimos anos como a discussão sobre a responsabilidade corporativa. Pode-se dizer que as empresas, em menos de uma década, passaram por pelo menos três estágios. Primeiro foi a era da filantropia, que deu visibilidade às ações de voluntariado e aos investimentos sociais realizados nas comunidades do entorno. Mais tarde a conversa tornou-se mais abrangente e passou a envolver a ética e a transparência no relacionamento com as partes interessadas. O objetivo era mostrar que a responsabilidade corporativa é, na prática, sinônimo de boa gestão. Acompanhar de perto essa evolução tem sido o papel e o desafio do GUIA EXAME DE BOA CIDADANIA CORPORATIVA desde seu lançamento, em 2000. Em sua sétima edição, o guia procura mostrar que a discussão está mais uma vez mudando de patamar.
As empresas estão, agora, no estágio da preocupação com a sustentabilidade. O contexto atual -- marcado pela urgência de temas como a degradação ambiental e a exclusão social e pela emergência dos movimentos sociais e de novas potências globais, entre outros aspectos -- leva as companhias a lançar um novo olhar sobre suas responsabilidades e seus impactos na sociedade. O resultado é que as questões ambientais e sociais, que sempre foram marginais aos negócios, estão finalmente chegando ao coração da estratégia. Em todos os setores, executivos e especialistas discutem como transformar a sustentabilidade numa oportunidade. Como afirma Fábio Barbosa, presidente do banco Real, numa das reportagens desta edição: "O desenvolvimento sustentável deixou de ser uma conversa de ambientalistas e chegou às companhias".
fonte:http://portalexame.abril.com.br/static/aberto/gbcc/edicoes_2006/m0117584.html , consultado 11\Fev\07
Friday, 9 February 2007
Brasil Programa Fome Zero do Governo Federal Cozinha Brasil - Alimentação Inteligente
Preparar alimentos de forma racional, econômica e sem desperdícios é uma forma de minimizar o problema da fome no Brasil. Partindo dessa premissa, o Conselho Nacional do Sesi desenvolveu o Programa Cozinha Brasil – Alimentação Inteligente, em parceria com o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, tornando-se mais uma ação do Programa Fome Zero, do Governo Federal, com apoio das Federações das Indústrias e Departamentos Regionais do Sesi de todo país, capacitarão 10.500 mil pessoas até o final deste exercício e 100 mil até 2006.
O programa visa assegurar um processo educativo permanente, destinado a fazer do ato de produzir, preparar o alimento, uma cultura promotora de saúde, bem estar, geração de renda e desenvolvimento com sustentabilidade.
O 'Cozinha Brasil' pretende mudar o comportamento da população no que se refere a hábitos alimentares e propiciar o aproveitamento integral dos alimentos. No Brasil 30% dos alimentos são perdidos e esse Programa é um dos caminhos encontrados para discernir a educação alimentar e erradicar a fome e a desnutrição no país.
Além disso, o Programa vai orientar e conscientizar a população sobre captação, tratamento, armazenamento e consumo da água – essencial para a manutenção das condições de saúde e de produção.
Por meio de unidades móveis, cozinha experimental pedagógica projetada para ensinar, por meio de cursos a populações como preparar alimentos de baixo custo e alto valor nutritivo, utilizando os alimentos de forma integral, preferencialmente com receitas que utilizem produtos da própria região, respeitando as diversidades culturais.
O Objetivo é que cada pessoa treinada pelo Cozinha Brasil possa tornar-se um multiplicador, levando para as comunidades, para o lar e para a empresa os conhecimentos adquiridos acerca de uma alimentação inteligente.
Cozinha Brasil prevê duas modalidades de cursos que serão ministrados nas unidades móveis que percorrerão os municípios atendidos pelo Programa. Curso de educação alimentar, com carga horária de 10 horas, que serão oferecidos à população em geral; e curso de capacitação de multiplicadores. Com carga horária de 24 horas, o curso para multiplicadores é especifico para pessoas que desejam transmitir o conhecimento aprendido para sua comunidade. O treinamento oferecido pelo Cozinha Brasil tem como material didático o livro Alimente-se Bem com R$ 1,00, editado pelo SESI São Paulo, distribuído gratuitamente aos participantes.
A primeira fase do Programa contou com a participação de empresas como a Petrobrás, Banco do Brasil e Companhia Brasileira de Alumínio.
fonte: http://www.cozinhabrasil.org.br , consultado em 09\fev\07
O programa visa assegurar um processo educativo permanente, destinado a fazer do ato de produzir, preparar o alimento, uma cultura promotora de saúde, bem estar, geração de renda e desenvolvimento com sustentabilidade.
O 'Cozinha Brasil' pretende mudar o comportamento da população no que se refere a hábitos alimentares e propiciar o aproveitamento integral dos alimentos. No Brasil 30% dos alimentos são perdidos e esse Programa é um dos caminhos encontrados para discernir a educação alimentar e erradicar a fome e a desnutrição no país.
Além disso, o Programa vai orientar e conscientizar a população sobre captação, tratamento, armazenamento e consumo da água – essencial para a manutenção das condições de saúde e de produção.
Por meio de unidades móveis, cozinha experimental pedagógica projetada para ensinar, por meio de cursos a populações como preparar alimentos de baixo custo e alto valor nutritivo, utilizando os alimentos de forma integral, preferencialmente com receitas que utilizem produtos da própria região, respeitando as diversidades culturais.
O Objetivo é que cada pessoa treinada pelo Cozinha Brasil possa tornar-se um multiplicador, levando para as comunidades, para o lar e para a empresa os conhecimentos adquiridos acerca de uma alimentação inteligente.
Cozinha Brasil prevê duas modalidades de cursos que serão ministrados nas unidades móveis que percorrerão os municípios atendidos pelo Programa. Curso de educação alimentar, com carga horária de 10 horas, que serão oferecidos à população em geral; e curso de capacitação de multiplicadores. Com carga horária de 24 horas, o curso para multiplicadores é especifico para pessoas que desejam transmitir o conhecimento aprendido para sua comunidade. O treinamento oferecido pelo Cozinha Brasil tem como material didático o livro Alimente-se Bem com R$ 1,00, editado pelo SESI São Paulo, distribuído gratuitamente aos participantes.
A primeira fase do Programa contou com a participação de empresas como a Petrobrás, Banco do Brasil e Companhia Brasileira de Alumínio.
fonte: http://www.cozinhabrasil.org.br , consultado em 09\fev\07
Robert Levering -sócio-fundador Great Place to Work Institute

O Brasil conta, há 11 anos, com uma subsidiária do Great Place to Work Institute, consultoria norte-americana voltada à avaliação de empresas segundo o ambiente de trabalho que oferecem a suas equipes. Na quinta-feira, 1o de fevereiro, o Baguete aproveitou uma passagem de Robert Levering, sócio-fundador da matriz norte-americana, pelo Brasil para conversar com o executivo.Abaixo, o resultado da entrevista: uma série de ponderações e dicas para quem estiver interessado em construir um literal Ótimo Lugar para Trabalhar. Segundo Lendering, os mais apressados podem começar se baseando em um tópico máximo - a confiança. Porém, para chegar lá de verdade... leia mais!
Baguete - No setor de TI, há muita rotatividade de cargos. Como é possível criar um ótimo ambiente de trabalho mesmo nestas condições?
Robert Levering - A TI é um grande campo de negócios, que está sempre criando oportunidades de expansão. Logo, há esta troca de empregados, esta rotatividade. Mas eu acho que o foco tem de ser sempre "um bom lugar para se trabalhar". Assim, o colaborador que sai tem de sair satisfeito com o lugar onde trabalhou, com o que recebeu da empresa e com o que deixou de contribuição para ela e para sua própria carreira. Já o funcionário que entra tem de vir confiante e encontrar na companhia o lugar que confiou ser realmente bom para si. E isso se constrói de muitas formas - respeitando, por exemplo, a cultura de cada mercado e, portanto, das pessoas de cada mercado onde se está inserido. A cultura, aliás, é um ponto importante. É preciso mudar a cultura de emprego que se tem hoje, é preciso entender que o bom lugar para trabalhar é aquele que contribui para o seu crescimento enquanto você está lá, e que continua fazendo isso, através da experiência angariada, depois que você sai, ou depois que você muda de cargo - porque a rotatividade nem sempre significa demissão, às vezes um empregado sobe de posto e sua antiga função é assumida por outro. O grande passo é que nisso tudo haja uma troca: o funcionário engrandece a empresa e a empresa engrandece o funcionário.
Baguete - Muitas vezes é preciso demitir. Como encarar esta situação e seguir sendo considerado um bom lugar para trabalhar?
Robert Levering - Bom, a idéia de que a pessoa foi demitida devido ao trabalho que realizou, a forma como realizou seu trabalho, é muito significativa. Nem sempre é assim, muitas vezes a demissão é necessária não por incompetência do funcionário, mas por sua inadequação à função para a qual foi designado, ou, ainda, por motivos maiores da empresa ou de si próprio. Porém, demitir - ou ser demitido - pode ser bom, pode ser um passo para crescer, para descobrir um verdadeiro rumo certo e desenvolver um trabalho satisfatório para as duas partes. Enfim, é preciso entender a demissão como a saída de um emprego, e não da carreira.
Baguete - O Great Place To Work Institute atua em cerca de 30 países. Que diferenças, na avaliação de ambientes de trabalho, vocês encontram entre as companhias de diversos lugares?
Robert Levering - Entre as companhias não há diferença, há diferença entre os países. São culturas diferentes, estilos diferentes de vida e, logo, de trabalho. Nas companhias, é praticamente sempre o mesmo, até porque nossa avaliação é muito "popular" - analisamos quesitos que são relevantes em qualquer organização. Em resumo, não há diferenças gritantes, mas o que posso dizer é que se nota uma diferenciação cultural, isto é, entre as pessoas que constroem as corporações de cada país. Isso, obviamente, cria ambientes de trabalho diferentes, mas que sob nosso escopo de avaliação são nivelados por suas características semelhantes.
Baguete - E como funciona este método de avaliação do Great Place to Work?
Robert Levering - Sou um dos fundadores da consultoria, que faz avaliações segundo um modelo baseado em confiança desde 1997. O que fazemos é desenvolver pesquisas e projetos no intuito de amparar empresas que pretendem melhorar seu ambiente de trabalho, obtendo melhor desempenho das equipes a partir disso. Nossa avaliação se baseia em cinco Dimensões: Credibilidade, Respeito, Imparcialidade, Orgulho e Camaradagem. Sob estes aspectos, disponibilizamos ferramentas de diagnóstico, além de realizar eventos como palestras e seminários.
fonte:http://www.baguete.com.br/entrevista.php?id=166 , consultado 09\fev\07
Thursday, 8 February 2007
Sites - Sustainable Development

Variety of stories. Wide variety of current & recent stories, mostly online newspapers & services. Date, title, source.
Population / environment oriented news. Media analysis of ongoing coverage. Media resources (press releases, documents, etc.) organized into issue areas. Excellent resource.
http://www.planetwire.org/
Recent, if not daily news on sustainability issues in the U.S.
Water supply, water quality, policy/legislation, litigation/water rights, conservation, global waterfront. Inhouse content. Title, full text.
Wednesday, 7 February 2007
Sites in Corporate Citizenship

Arts and Businesshttp://www.aandb.org.uk/
Business and Human Rightshttp://www.business-humanrights.org/
Business for Social Responsibilityhttp://www.bsr.org/
Business in the Communityhttp://www.bitc.org.uk/
Canadian Centre for Business in the Communitywww.conferenceboard.ca/gcsr
Centre for Social and Environmental Accounting Research www.gla.ac.uk/departments/accounting/csear/
Charities Aid Foundation - Corporate Community Involvementhttp://www.ccinet.org/
Committee to encourage corporate philanthropy - UShttp://www.corphilanthropy.org/
Conference Boardhttp://www.conference-board.org/
Corporate Social Responsibility Forumhttp://www.pwblf.org/
Council on Foundationshttp://www.cof.org/
CSR Europehttp://www.csreurope.org/
DTI - Corporate Social Responsibilityhttp://www.societyandbusiness.gov.uk/
European Foundation Centrehttp://www.efc.be/
Foundation Centerhttp://www.fdncenter.org/
FTSE4Good Indexhttp://www.ftse4good.com/
Fundacion Emprasa y Sociedadwww.empresaysociedad.org/index.cfm
Global Reporting Initiativehttp://www.globalreporting.org/
Institute for Social and Ethical Accountabilityhttp://www.accountability.org.uk/
Keidanren - Japanese Business Federationhttp://www.keidanren.or.jp/
Links to environmental, social, CSR and sustainability reports http://www.sustainability-reports.com/
New Academy of Businesshttp://www.new-academy.ac.uk/
The Center for Corporate Citizenship at Boston Collegewww.bc.edu/cccr
The Copenhagen Centrehttp://www.copenhagencentre.org/
The Global Compacthttp://www.unglobalcompact.org/
The National Business Initiativehttp://www.nbi.org.za/
The United Nations and Businesswww.un.org/partners/business/
Transparency Internationalhttp://www.transparency.de/
World Business Council for Sustainable Developmenthttp://www.wbcsd.ch/
Worldawarehttp://www.business-worldaware.org.uk/
Green Report Card: Colleges Graded Energy use, buildings, food, investments examined CAMBRIDGE,

MASS - The Sustainable Endowments Institute released its College Sustainability Report Card, which grades 100 leading colleges by looking at campus greening practices and endowment policies.
The Cambridge-based research institute announced that the report's grade of "A-", the highest cumulative sustainability grade, was received by Harvard University, Stanford University, Dartmouth College, and Williams College. In addition, 26 schools received an average grade of "A-" or better upon assessing only campus operations. The College Sustainability Report Card takes into account 26 indicators, from green building initiatives to endowment investment policies, and uses an A to F letter grading system to evaluate performance. The study indicates that some leading schools are taking proactive steps on both campus and endowment sustainability initiatives. Other schools are shown to have a less consistent commitment. While the report assigns grades for each indicator, the final cumulative sustainability grade distribution is as follows: Four schools earned level "A" grades, 22 earned level "B" grades, 54 earned level "C" grades, and 20 earned level "D" grades."This is the first time that colleges have been assessed on both campus and endowment sustainability policies," said Mark Orlowski, executive director of the Sustainable Endowments Institute. “These schools have combined holdings of more than $258 billion--approximately 75 percent of all higher education endowment investments.” The report presents easily accessible information regarding sustainability practices at the 100 institutions with the largest endowments in the United States and Canada, including the Ivy League and Big 10, as well as other top public and private colleges. "When it comes to sustainability," Orlowski said, "the key questions about these institutions are: How do sustainability factors shape the way they use their resources? How can schools learn from each other and adapt sustainability policies that work?" “Linking campus sustainability efforts with endowment investment policies is important,” he added, “because it assures a unified sustainability vision for the institution.” The complete College Sustainability Report Card is available at http://www.endowmentinstitute.org. ### The Sustainable Endowments Institute is a special project fund of Rockefeller Philanthropy Advisors and is based in Cambridge, Massachusetts. Founded in 2005, the Institute is engaged in research and education on the sustainability of higher education endowments. For more information, visit www.endowmentinstitute.org
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