Friday, 24 April 2009

Câmara do Cartaxo tem serviços certificados


Câmara do Cartaxo tem, desde quinta-feira, qualidade certificada nos serviços de Recolha de Resíduos Sólidos e Gestão da Limpeza Urbana, Adjudicação de Empreitadas, Autorização de Obras de Edificação e Licenciamento de Operações de Loteamento e Obras de Urbanização.

O certificado internacional pela norma ISO 9001 foi entregue, em cerimónia pública, ao presidente da autarquia, Paulo Caldas (PS), por Ana de Pina Teixeira, presidente do Conselho de Administração do Grupo SGS Portugal.

De acordo com o presidente da Câmara do Cartaxo, esta certificação corresponde a «uma melhoria dos serviços prestados e uma gestão moderna cada vez mais exigente».

Com o galardão fica assegurada a qualidade que os serviços municipalizados prestam e aumenta a sua responsabilidade, reconheceu o autarca. «Para a sua manutenção, o certificado obriga a um caminho muito exigente para os trabalhadores da Câmara», afirmou.

Na ocasião, a presidente da SGS Portugal afirmou que «nas autarquias certificadas tem vindo a constatar-se um reforço na qualidade dos serviços prestados».

Entretanto, segundo Paulo Caldas, outras certificações estão já a ser preparadas pela autarquia, como a norma ISO 14001 (Certificação de Sistemas de Gestão Ambiental) e
a norma da Ética e Responsabilidade Social.

O processo de certificação iniciou-se há dois anos e custou 21 mil euros.

Fonte: (http://diario.iol.pt/sociedade/cartaxo-certificado-camara-servicos-tvi24-autarquia/1059466-4071.html , consultado 24.04.09)

Thursday, 9 April 2009

Custojusto pode colocar anúncios gratuitamente, sem comissões



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Fonte:( http://www.custojusto.pt , consultado em 09\abr\09)

Secretário de Estado dos Negócios Estrangeiros e Cooperação visitou Paredes



João Gomes Cravinho citou município de Paredes como sendo e incitou demais concelhos a seguirem-lhe o exemplo.

O secretário de Estado dos Negócios Estrangeiros e Cooperação, João Gomes Cravinho, deslocou-se, recentemente, ao concelho de Paredes para um breve encontro com os empresários do município. Na deslocação a Paredes, o governante visitou, na companhia do presidente da Câmara Municipal de Paredes, Celso Ferreira, a fábrica Jocilma - Indústria de Móveis, situada na Zona Industrial de Lordelo. Refira-se que o município de Paredes enviou, recentemente, o 4.º contentor com destino ao Centro Tecnológico Rota dos Móveis, em Baucau, Timor Leste, cidade onde já existe uma fábrica instalada, criada ao abrigo do projecto "Fábrica por Timor" um acordo de cooperação que visa contribuir para o desenvolvimento do tecido produtivo e industrial daquele país. Na sua intervenção aos jornalistas, realizada no salão nobre dos paços do concelho, o governante destacou o reforço e a cooperação internacional entre os dois países como um objectivo alcançar. "Na cooperação para o desenvolvimento e em sociedades como a timorense, recém-saída de um conflito grave, não há nada mais importante, do que criar emprego. Como é do conhecimento público este jovem país está completamente dependente dos mercados australiano e da Indonésia. Com esta iniciativa que conta com o apoio da Câmara Municipal de Paredes, começam -se com os produtos mais simples mas o objectivo é fazer que ao empresários locais, numa fase posterior, possam eles próprios produzir produtos mais complexos. Por outro lado, este projecto demonstra uma confiança total naquele povo que começou do zero e que está a tentar fazer o seu próprio caminho. Nesse sentido, este programa foi estruturante e deu confiança aos timorenses", sustentou.
João Gomes Cravinho manifestou, ainda, o seu apreço pelo esforço que os empresários paredenses têm realizado no sentido de internacionalizarem as suas empresas e fazerem face aos novos desafios que a globalização lhes coloca. " O concelho da Paredes é por natureza um município que tem um tecido empresarial forte com capacidade de exportação. Para vingar internacionalmente é fundamental manifestar uma acentuada responsabilidade social e empresarial e os empresários do município têm-no feito e manifestado essa responsabilidade social e empresarial seja no trabalho com Baucau seja nas actividades que vêm desenvolvendo no concelho".
Cooperação intermunicipal versus cooperação interestadual
João Gomes Cravinho incentivo, ainda, os restantes empresários e concelhos da Região do Vale do Sousa a seguir o exemplo de Paredes numa manifestação de apoio à cooperação com outros países. " A cooperação intermunicipal é algo que tem outro tipo de significado que a cooperação interestadual, foi feita por iniciativa própria, com empreendedorismo, encontraram um interlocutor privilegiado, o Bispo de Baucau, D. Basílio Nascimento, e a partir daí construiu-se algo de notável e que é elo profundo da ligação entre Portugal e Timor. Paredes prestou um grande serviço à política externa portuguesa. Este exemplo é do melhor que há na cooperação intermunicipal. Como costumo dizer este tipo de cooperação tem do melhor e do pior. Às vezes há iniciativas que são pouco mais do que excursões turísticas mal disfarçadas, o caso de Paredes, pelo contrário, é um exemplo do melhor que há" sustentou.
Esta deslocação a Paredes terminou com um jantar com empresários paredenses, na "Quinta dos Amores" em Mouriz, e entrega dos Diplomas às empresas "Fábrica por Timor".
Refira-se, ainda, que na sequência do protocolo que foi assinado entre a ANIVEC/APIV, a Diocese de Baucau e o Município de Paredes foram doadas pelo CIVEC (Centro de Formação Profissional da Indústria de Vestuário e Confecção) várias máquinas de costura, que vão ser distribuídas pela Diocese de Baucau a várias famílias.

Buen Gobierno: Europa reclama a las empresas más atención para la RSC



La CE acaba de publicar un documento en el que recuerda que la RSC sigue siendo una 'prioridad en su agenda'. El Ejecutivo comunitario ha pedido también a las empresas, 'especialmente al sector financiero', que presten más atención a las políticas éticas y responsables.


Aquellos que pensaron que la crisis se iba a llevar por delante el movimiento de la responsabilidad social corporativa deben estar, cuanto menos, desconcertados. A las declaraciones de intención realizadas por muchas de las grandes empresas en el sentido de que seguirán apostando por la RSC, que ya forma parte de su estrategia de gestión, y sobre la que se apoyarán para salir reforzados de la crisis, se han unido más recientemente las declaraciones de la Comisión Europea, que insta a las empresas a que en estos tiempos de crisis presten una mayor atención a la responsabilidad corporativa.El Ejecutivo comunitario dice haber constatado un incremento en las actividades relacionadas con la RSC que llevan a cabo las empresas, pero al tiempo detecta que existe aún algún déficit en el número de informes de sostenibilidad que se editan.Por esa razón Bruselas acaba de publicar un documento en el que reclama a las empresas 'especialmente del sector financiero' que presten más atención a la ética y a las políticas de responsabilidad social empresarial, en general.


La CE recuerda a las organizaciones que mantener las políticas de RSC a largo plazo puede reportar importantes beneficios, tanto económicos -derivados de una mejor gestión y de una mayor implicación de los empleados-, como desde el punto de vista de la mejor imagen y reputación.Las recomendaciones del área de empleo, asuntos sociales e igualdad de oportunidades de la CE, que dirige el comisario Vladimir Spidla, han coincidido en el tiempo con las conclusiones de la última reunión del consejo del GRI (Global Reporting Iniciative), la referencia más importante para elaborar memorias de sostenibilidad.Esta organización ha ido un paso más allá y ha pedido a los Gobiernos que tomen la iniciativa en materia de RSC y que adopten nuevas políticas para pasar de promover la elaboración de memorias de sostenibilidad de forma voluntaria por parte de las empresas a asegurarse de que su publicación sea obligatoria.Los miembros del GRI opinan que el principio de voluntariedad a la hora de que las empresas publiquen su triple memoria (resultados económicos, sociales y medioambientales y de buen gobierno) 'debe ser revisado' y hacen un llamamiento a los gobiernos para que introduzcan los mecanismos legales necesarios para que las empresas publiquen memorias de sostenibilidad y que, en caso de no hacerlo, expliquen por qué no lo han hecho.


También creen que los poderes públicos deberían prestar una especial atención para asegurarse de que los organismos que dependen de ellos, como las empresas públicas, publican obligatoriamente memorias de sostenibilidad.El Global Reporting Iniciative destaca los avances adoptados ya por algunos gobiernos europeos, como el sueco que, a partir del próximo día 31, exigirá que todas las empresas estatales (las que cuenten con más de un 50% de participación) publiquen una memoria de sostenibilidad que tenga en cuenta los criterios G3 del propio GRI.

Además, desde el pasado 16 de diciembre Dinamarca obliga a sus 1.100 grandes empresas, a las cotizadas y a las que tienen propiedad estatal, que informen sobre sus avances en RSC. La ley contiene una cláusula que exige explicar cuándo no se cumple el mandato.El GRI concluye que en el campo de los informes de sostenibilidad 'ha llegado el momento de avanzar más allá del voluntarismo'.El presidente del consejo de este organismo, Mervyn King, asegura que 'en la búsqueda para conseguir la reconstrucción de nuestro sistema económico, las empresas deben ser un paradigma de transparencia sobre sus aspectos económicos, sociales y de buen gobierno'.


Fonte: Cincodias.com, 23 de marzo de 2009

Friday, 3 April 2009

Brasil - PEC que cria indicadores de responsabilidade social passa em primeiro turno



O Plenário aprovou em primeiro turno, com 59 votos a favor e nenhum contra, a proposta de emenda à Constituição (PEC) 29/03, que determina que os objetivos impostos à ordem social passem a ser avaliados por meio de indicadores de responsabilidade social. A autora da PEC, senadora Lúcia Vânia (PSDB-GO), afirma em sua justificação de motivos para apresentação da matéria que é necessário o aprimoramento dos instrumentos legais que coloquem os objetivos da ordem social em efetiva aplicação.
Segundo relator da PEC na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania, senador Tasso Jereissati (PSDB-CE), o texto seria o primeiro passo rumo à criação de uma Lei de Responsabilidade Social, a exemplo da Lei de Responsabilidade Fiscal, que hoje estabelece parâmetros para os gastos públicos.

Brasil - Senado aprova em primeiro turno PEC da Responsabilidade Social



O Senado aprovou, em primeiro turno, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 29/2003, que cria a Lei de Responsabilidade Social. De autoria da senadora Lucia Vânia (PSDB-GO), a proposta estabelece normas que buscam garantir que os investimentos públicos tenham como prioridade o atendimento dos direitos sociais de todos os cidadãos. Segundo sua autora, desta maneira as desigualdades sociais e regionais poderão ser, progressivamente, reduzidas, permitindo que o país alcance um estado de bem-estar e de justiça social.
A proposta aprovada determina que o administrador público, tanto a nível federal, estadual, quanto municipal, deverá cumprir um plano de metas, denominadas "macrossociais", que irão definir as prioridades gerenciais na área social, a exemplo do que acontece com as metas fiscais e macroeconômicas. O cumprimento dessas metas macrossociais será verificado a partir do atendimento do Índice de Responsabilidade Social, constituído pela PEC. Uma lei complementar deverá estabelecer os parâmetros que irão avaliar as ações que interessam às camadas mais pobres da população, de modo que a ação do Estado promova uma melhora significativa na qualidade de vida dessa população.
- Todas as minhas convicções me apontam que é preciso avançar mais na área social, no que diz respeito à eficiência e à eficácia das políticas públicas hoje executadas pelo Estado - afirmou Lucia Vânia, da tribuna, ao defender a aprovação de seu projeto.
A senadora lamentou que, atualmente, os programas sociais, em geral, sofram diversos problemas, tais como: falta de continuidade; desperdício de recursos; ausência de transparência; excesso de marketing para fins eleitorais; e baixa eficiência e baixa eficácia.
- A Lei de Responsabilidade Social - defendeu Lúcia Vânia - é um meio para mudar a forma como os projetos sociais se dão no Brasil. Hoje, muito do que é chamado de ação social, não passa de simples repasse de dinheiro, o que é muito pouco. Contemporaneamente, políticas públicas são aquelas que visam propiciar condições de cidadania, o que, lamentavelmente, pouco ocorre no que é feito pelo estado brasileiro.
A PEC 29/2003 terá que passar por um segundo turno de votação.


Brasil - Plano Plurianual encaminhado ao Congresso poderá ter Carta de Responsabilidade Econômico-Social



Uma Carta de Responsabilidade Econômico-Social poderá ter de passar a ser encaminhada ao Congresso Nacional juntamente com o projeto de lei do Plano Plurianual (PPA) de autoria do Poder Executivo. Proposta de emenda à Constituição (PEC) com esse objetivo, de autoria do senador Aloizio Mercadante (PT-SP), foi aprovada nesta quarta-feira (1º) pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ).
A carta, conforme a
PEC (19/03), conterá parâmetros, objetivos e metas econômico-sociais previstos para o período de sua validade e usados na sua elaboração. Ela deverá ser elaborada, segundo explicações do autor da proposta, de forma similar, em sua concepção, às cartas de intenções e memorandos utilizados nos acordos com o Fundo Monetário Internacional (FMI), "por meio dos quais esse organismo estabelece os critérios e aferidores da política macroeconômica e monitora sua implementação". Dessa forma segundo Mercadante, o governo expressaria seu compromisso "não com um organismo internacional, mas com a sociedade brasileira".
"A Carta de Responsabilidade Econômico-Social representaria uma profunda mudança institucional e um mecanismo eficaz de controle social e democrático do Estado pela sociedade civil, que definitivamente pautaria a imensa dívida social como prioridade das políticas públicas do país", afirma o senador ao defender a adoção do documento.
O relator da matéria na CCJ, senador Tasso Jereissati (PSDB-CE), apresentou voto favorável à aprovação da PEC, que, antes de ser votada em Plenário, será apreciada pelas comissões de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) e de Educação, Cultura e Esporte (CE).