Saturday, 24 January 2009

LA RSC SE VUELVE LEY EN DINAMARCA


El pasado mes de diciembre, una nueva ley fue adoptada en Dinamarca, requiriendo a las 1,100 compañías más grandes del país divulgar sus esfuerzos corporativos de responsabilidad social.

La ley, aprobada por una gran mayoría del parlamento danés, hace obligatorio para las compañías públicas y privadas, así como para los inversores públicos, la inclusión de información sobre RSC en sus reportes financieros anuales.

Los informes deben incluir:
• Las políticas de la compañía sobre RSC o sus inversiones socialmente responsables
• La forma en que tales políticas se aplican en la práctica
• Los resultados obtenidos, así como las expectativas de las gerencias para el futuro con respecto a la RSC y su inversión

Es importante señalar que la RSC sigue siendo voluntaria, así como la forma en que las compañías se comprometen con ella, sin embargo, si una compañía no tiene ninguna política de RSC, esta información se debe indicar explícitamente para que la sociedad, los inversionistas y otras empresas lo sepan.

Las empresas participantes del Pacto Mundial de la O.N.U pueden referir sus datos a sus Comunicaciones sobre el Progreso (COP’s) en los informes anuales. El objetivo de esta disposición es dar las compañías y a los inversionistas daneses, un incentivo para adherirse al Pacto Mundial y elaborar sus COP’s. La nueva ley de información tomará efecto a partir de 2010.

Con esto, Dinamarca se suma a Francia y Gran Bretaña al volver obligatorios los reportes de RSC.
Fuente: GreenBiz.com

Responsabilidade social das empresas em tempos de crise




Fernando Ribeiro Mendes, Professor do ISEG e Presidente da RSE Portugal*
18:00 Sexta-feira, 23 de Jan de 2009.

O mainstreaming do conceito de Responsabilidade Social das Empresas (RSE) foi realizado pelas teorias e boas práticas da gestão, como Michael Porter reconheceu recentemente, afirmando que o teste essencial para as políticas de RSE não é se uma causa tem valia, mas se ela representa uma oportunidade para criar valor partilhado, isto é, se constitui um benefício significativo para a sociedade que também é valioso para o negócio.

No cerne desta visão sobre a realidade empresarial está a ideia de que esta consiste, no essencial, numa constelação de legítimos interesses de um conjunto de partes ou stakeholders, sobre os quais impactam as acções dos processos empresariais e da gestão das empresas, criando exposição a riscos particulares, que acrescem aos demais riscos de negócio.

Trata-se de riscos de contexto que consistem na possibilidade de um qualquer stakeholder poder assumir uma determinada questão social ou ambiental e exercer pressão sobre a empresa, explorando vulnerabilidades nos seus factores críticos de sucesso, designadamente, a reputação ou a imagem institucional, de tal forma que a empresa seja coagida a mudar as suas políticas e o seu posicionamento de mercado.

As ameaças criadas, assim, por stakeholders podem ser contidas, até certo ponto, através da conformidade da empresa a respeito dos valores da sociedade. Uma primeira geração de políticas de RSE emana desta longa aprendizagem da gestão: marketing relacionado com causas, patrocínios de iniciativas sociais, etc.

A exploração estratégica de oportunidades, que tais riscos também comportam, originou uma segunda geração de políticas, baseadas no reporte e na auditoria sociais, na certificação ambiental, de segurança e saúde no trabalho e social, bem como no diálogo permanente envolvendo os seus stakeholders.

E a crise?

A conjuntura presente, de crise financeira e recessão económica graves, coloca uma interrogação fundamental: se a RSE estrategicamente diferenciadora está assumida para navegação competitiva em tempos bonançosos, tal papel subsistirá quando fortes tempestades assolam as economias?

Estou convencido de que, em tempos de profunda crise económica e quando os progressos da competitividade das empresas portuguesas voltam a divergir dos competidores globais, a RSE pode e deve constituir um valioso contributo para alicerçar vantagens competitivas diferenciais que rompam o círculo vicioso da baixa produtividade e do medíocre governo empresarial que nos tem tolhido o passo no catching up das economias mais desenvolvidas.

O ano de 2009 vai confrontar a coerência das estratégias sociais e ambientais das empresas de uma forma decisiva. Se as políticas de primeira geração vão ser, sem dúvida, uma das primeiras vítimas da tempestade económica actual, estou em crer que as práticas associadas às políticas de segunda geração poderão manter-se com esteio de estratégias empresariais bem sucedidas. Todavia, também neste caso, a "prova do pudim" está no comê-lo...

(fonte:http://aeiou.expresso.pt/responsabilidade_social_das_empresas_em_tempos_de_crise=f493384, consultado em 24.01.09 )


Noticia \Brasil-Google deixa de ser a melhor empresa para se trabalhar--Fortune



NOVA YORK (Reuters) - A empresa norte-americana de tecnologia Google perdeu para a NetApp o título de melhor empresa para trabalhar, disse nesta quinta-feira a revista Fortune.

O Google, que encabeçou a lista nos dois últimos anos, caiu para número quatro na relação das melhores empresas para se trabalhar, a maioria das quais tem postos abertos e está contratando.

A NetApp, que atua com armazenamento e gerenciamento de dados das empresas, lidera a lista anual da Fortune deste ano. Em segundo lugar, está a Edward Jones, seguida pela Boston Consulting Group.

A NetApp, que emprega 5 mil pessoas, chegou ao primeiro lugar pelo "entusiasmo de seus empregados e pela legendária cultura da igualdade", disse a Fortune.

Das 100 empresas relacionadas pela revista, 73 estão contratando e os postos abertos aparecem identificados na lista, disse a revista.

A maioria das companhias presentes na classificação tem sede na Califórnia, Estados Unidos.

Quinze empresas apareceram na lista pela primeira vez, entre elas a Zappos.com, a DreamWorks Animation, a Salesforce.com e a Accenture.

A Fortune ouviu mais de 81 mil empregados selecionados aleatoriamente em 353 empresas, aplicando-lhes um questionário com 57 perguntas.

(fonte:http://portalexame.abril.com.br, consultado em 24.01.09)


Thursday, 1 January 2009








Caros amigas e amigos, quero aproveitar este momento de novo ano para desejar um excelente ano novo cheio de Saúde, Amor e muito conhecimento a partilhar.

Viva 2009!!!

Cordialmente
José Ramalho

Thursday, 4 December 2008

O ECO Europa -O programa semanal na SIC



O ECO Europa tem como principais temas a protecção ambiental e o desenvolvimento sustentável na Europa.

O novo programa semana da SIC Notícias com uma duração máxima de 25 minutos, contará com três reportagens alargadas e conta com o apoio do Parlamento Europeu e da Caixa Geral de Depósitos.

Friday, 28 November 2008

Green Project Awards-Prémios 'verdes' destacam AMI, INETI e Sociedade Ponto Verde



Foram 267 as empresas, instituições, escolas, autarquias e ganinetes de projectos que se candidataram aos Green Project Awards, o que surpreendeu até a organização da iniciativa centrada no ambiente, que arrancou este ano.

A Assistência Médica Internacional (AMI), o Instituto Nacional de Engenharia, Tecnologia e Inovação (INETI), e a Sociedade Ponto Verde são os grandes vencedores de cada categoria, escolhidos a partir de uma short list de 28 candidaturas. Os prémios, são entregues esta noite no Centro de Congressos do Estoril.

A AMI foi destacada na categoria de Projectos, onde concorreram 143 iniciativas, graças às suas campanhas de recolha de resíduos para financiar projectos sociais. A AMI organizou diversas recolhas: de radiografias, consumíveis informáticos, telemóveis e óleos alimentares usados.

Foram ainda distinguidas com menções honrosas a Junta de Freguesia da Ericeira, com um projecto de recolha de óleo alimentar, e a Livros Amigos do Ambiente, que concorreu com uma plataforma para compra e venda de livros escolares em segunda mão e a preços reduzidos. Criou também o 'livrão' que tem já mais de mil pontos de recolha.

Na segunda categoria, ligada à Investigação e Desenvolvimento, o INETI destacou-se com um projecto de produção de aglomerados (para arquitectura ou construção), através da combinação de pasta de cartões de embalagens com partículas de cortiça.

Também nesta categoria foram entregues duas menções honrosas, uma delas para a empresa Domingos da Silva Teixeira S.A., em parceria com a Universidade do Minho que projectaram um sistema de construção bioclimática, que junta madeira e vidro. A outra mensão foi para a E xtrastudio, Arquitectura, Urbanismo e Design, que desenvolveu um betão orgânico, ou seja, com terra incorporada, para plantação de espécies vegetais.

Por fim, na categoria de Comunicação, venceu a Sociedade Ponto Verde, cujas campanhas coloridas com crianças e figuras públicas de 270 mil toneladas de lixo separado recolhido em 2004, para 460 mil em 2007.

As menções honrosas desta categoria foram para a EDP, com o projecto Energy Bus; para a Delta Cafés, com o Planeta Delta; e para a série documental de Francisco Manso e Luísa Schmidt intitulada Portugal, Um Retrato Ambiental.

Os Green Project Awards foram organizados pelo Grupo GCI, em parceria com a Quercus e a Agência Portuguesa do Ambiente, e tiveram também o apoio do SOL.

O júri foi presidido por António Gonçalves Henriques, Director-Geral da Agência Portuguesa do Ambiente, e constituído ainda por representantes da Quercus, do BCSD, do INETI, Adene, IHRU, Renae, Parque Expo, Universidade Técnica de Lisboa, Universidade Católica Portuguesa e MIT.

Fonte: (http://sol.sapo.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=118279, consultado em28\11\08)

Sunday, 23 November 2008

Assinatura do Código de Conduta Empresas e VIH



Antes de mais, quero felicitar todas as empresas que aqui assumiram hoje um grande compromisso ao assinarem o «Código de Conduta Empresas e VIH».

Esta atitude de auto-regulação mostra o sentido de responsabilidade das empresas portuguesas perante uma doença que afecta cerca de 32 mil pessoas em Portugal, muitas delas ainda vítimas de discriminação.

Tal como qualquer outro doente crónico, um indivíduo portador de VIH tem todo o direito de assumir a sua doença no local de trabalho, sem que isso o prejudique. Mas, para tal, cabe também às entidades empregadoras estarem informadas e sensibilizadas para este problema. O «não à discriminação» dito pelas empresas funciona como um exemplo para toda a sociedade. Se as estruturas empresariais admitem funcionários portadores do vírus, estão a quebrar tabus e a abrir o diálogo à doença, combatendo a exclusão e promovendo comportamentos preventivos.

As empresas, tal como o vírus da sida, não têm fronteiras. A estrutura empresarial portuguesa está cada vez mais aberta ao continente africano, onde a sida é ainda uma realidade incontrolável. Nestes casos, as empresas assumem um papel ainda mais relevante no âmbito da saúde pública. Através dos seus colaboradores, podem elas próprias funcionar como um veículo de informação e prevenção da doença. Pequenos gestos que reflectem um enorme sentido de responsabilidade social e que podem fazer toda a diferença.

É também por essa via que o Ministério da Saúde está a caminhar. Prova disso é o facto de a sida ser uma das áreas consideradas prioritárias no Plano Estratégico de Cooperação em Saúde, cujas actividades estamos a desenvolver com os países da CPLP no âmbito da cooperação em saúde.

Não é demais lembrar que está na mão de cada um de nós prevenir esta doença, que hoje é considerada crónica, o que pode ter condicionado uma atitude de menor receio, que leva as pessoas a abandonarem a preocupação, descurando algumas medidas de prevenção.

Mas a sida continua a ser uma doença mortal, que não tem rosto e que qualquer pessoa pode contrair.

Fonte: http://www.governo.gov.pt/Portal/PT/Governos/Governos_Constitucionais/GC17/Ministerios/MS/Comunicacao/Intervencoes/20081121_MS_Int_Empresas_VIH.htm, consultado em 23\nov\08)